Dom Casmurro de Machado de Assis | Baixar Gratis em PDF

Dom Casmurro   Machado de Assis



INDICE
I Do titulo
II Do livro
III A denuncia
IV Um dever amarissimo!
V O aggregado
VI Tio Cosme
VII D. Gloria
VIII É tempo!
IX A opera
X Acceito a theoria
XI A promessa
XII Na varanda
XIII Capitú
XIV A inscripção
XV Outra voz repentina
XVI O administrador interino
XVII Os vermes
XVIII Um plano
XIX Sem falta
XX Mil padre-nossos e mil ave-marias
XXI Prima Justina
XXII Sensações alheias
XXIII Prazo dado
XXIV De mãe e de servo
XXV No Passeio Publico
XXVI As leis são bellas
XXVII Ao portão
XXVIII Na rua
XXIX O imperador
XXX O Santissimo
XXXI As curiosidades de Capitú
XXXII Olhos de ressaca
XXXIII O penteado
XXXIV Sou homem!
XXXV O protonotario apostolico
XXXVI Ideia sem pernas e ideia sem braços
XXXVII A alma é cheia de mysterios
XXXVIII Que susto, meu Deus!
XXXIX A vocação
XL Uma egua
XLI A audiencia secreta
XLII Capitú reflectindo
XLIII Você tem medo?
XLIV O primeiro filho
XLV Abane a cabeça, leitor
XLVI As pazes
XLVII «A senhora saiu»
XLVIII Juramento do poço
XLIX Uma vela aos sabbados
L Um meio termo
LI Entre luz e fusco
LII O velho Padua
LIII A caminho!
LIV Panegyrico de Santa Monica
LV Um soneto
LVI Um seminarista
LVII De preparação
LVIII O tratado
LIX Convivas de boa memoria
LX Querido opusculo
LXI A vacca de Homero
LXII Uma ponta de Iago
LXIII Metades de um sonho
LXIV Uma ideia e um escrupulo
LXV A dissimulação
LXVI Intimidade
LXVII Um peccado
LXVIII Adiemos a virtude
LXIX A missa
LXX> Depois da missa
LXXI Visita de Escobar
LXXII Uma reforma dramatica
LXXIII O contra-regra
LXXIV A presilha
LXXV O desespero
LXXVI Explicação
LXXVII Prazer das dôres velhas
LXXVIII Segredo por segredo
LXXIX Vamos ao capitulo
LXXX Venhamos ao capitulo
LXXXI Uma palavra
LXXXII O canapé
LXXXIII O retrato
LXXXIV Chamado
LXXXV O defuncto
LXXXVI Amai, rapazes
LXXXVII A sege
LXXXVIII Um pretexto honesto
LXXXIX A recusa
XC A polemica
XCI Achado que consola
XCII O diabo não é tão feio como se pinta
XCIII Um amigo por um defuncto
XCIV Ideias arithmeticas
XCV O papa
XCVI Um substituto
XCVII A saida
XCVIII Cinco annos
XCIX O filho é a cara do pae
C «Tu serás feliz, Bentinho!»
CI No ceu
CII De casada
CIII A felicidade tem boa alma
CIV As pyramides
CV Os braços
CVI Dez libras esterlinas
CVII Ciumes do mar
CVIII Um filho
CIX Um filho unico
CX Rasgos da infancia
CXI Contado depressa
CXII As imitações de Ezequiel
CXIII Embargos de terceiro
CXIV Em que se explica o explicado
CXV Duvidas sobre duvidas
CXVI Filho do homem
CXVII Amigos proximos
CXVIII A mão de Sancha
CXIX Não faça isso, querida
CXX Os autos
CXXI A catastrophe
CXXII O enterro
CXXIII Olhos de ressaca
CXXIV O discurso
CXXV Uma comparação
CXXVI Scismando
CXXVII O barbeiro
CXXVIII Punhado de successos
CXXIX A D. Sancha
CXXX Um dia
CXXXI Anterior ao anterior
CXXXII O debuxo e o colorido
CXXXIII Uma ideia
CXXXIV O dia de sabbado
CXXXV Othello
CXXXVI A chicara de café
CXXXVII Segundo impulso
CXXXVIII Capitú que entra
CXXXIX A photographia
CXL Volta da egreja
CXLI A solução
CXLII Uma santa
CXLIII O ultimo superlativo
CXLIV Uma pergunta tardia
CXLV O regresso
CXLVI Não houve lepra
CXLVII A exposição retrospectiva
CXLVIII É bem, e o resto?
Os Trabalhadores do Mar  Autor: Victor Hugo  Tradutor: Machado de Assis



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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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