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O Novo Nascimento: Fundamentos Bíblicos sobre João 3:1-21

 Pregação sobre o Novo Nascimento João 3

O novo nascimento é uma necessidade absoluta. É algo para o qual não há substituto algum. Ninguém pode entrar noreino de Deus, salve aqueles que nasceram de novo. No dia em que Adão comeu do fruto, ele morreu espiritualmente, e uma pessoa que está espiritualmente morta não pode gerar um filho que possua vida espiritual. Por descendência natural entramos neste mundo “mortos em ofensas e pecados” e, em consequência, “alienados da vida de Deus”(Ef 2:1; 4:18).

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Introdução

O texto sagrado nos relata que Nicodemos era um líder judeu importante, um fariseu e membro do Sinédrio. Ao destacar essa posição, o autor bíblico está nos dizendo que ele era alguém que, por sua vasta bagagem teológica, deveria ter sabido como chegar a Deus (João 3:1). No entanto, a realidade é que Nicodemos não sabia como chegar a Deus.

Ele foi procurar Jesus à noite e admitiu que o ministério de Cristo era de Deus devido aos Seus poderes miraculosos (João 3:2). Jesus acabara de realizar seu primeiro milagre, transformando água em vinho em Caná da Galileia, e operava outros sinais. 

Nicodemos acreditava que esses sinais mostravam que Jesus era feito da verdadeira essência divina, pois ninguém poderia fazer o que Ele fazia se Deus não estivesse com Ele. 

Contudo, Jesus não se impressionou com o reconhecimento intelectual de Nicodemos. O Senhor sabia que o conhecimento humano e a religiosidade externa não preenchem o abismo entre o homem e o Criador.

1. A Necessidade Radical do Novo Nascimento

Ao ouvir os elogios de Nicodemos sobre os Seus milagres, Jesus imediatamente desviou a atenção dos milagres para a real necessidade daquele líder judeu: a necessidade de um novo nascimento (João 3:3).

O Senhor insistiu que até mesmo Nicodemos — um homem moral, religioso e mestre em Israel — precisava de um novo nascimento espiritual para ver e entrar no Reino de Deus (João 3:3-8).

Mas o que significa nascer de novo? 

Quando olhamos para o contexto de João 3:3-5, a Palavra de Deus revela o panorama geral desse mistério. Nascer de novo significa nascer da água e do Espírito.  

Embora Jesus não traga uma definição técnica e fria do termo "nascer de novo" em João 3, Ele estabelece o Seu significado prático ao longo das Escrituras. 

Há uma ligação vital e inseparável entre a crença em Jesus e o novo nascimento. Mais adiante, em João 3:16, vemos que o alvo desse nascimento é nos conectar à vida eterna por meio da fé.

Esse Deus que nos concede o novo nascimento é Aquele que habitou entre nós, como testifica o apóstolo em João 1:14: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, glória como a do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade". Ele é a verdadeira Luz que ilumina todo homem que vem ao mundo (João 1:9). Portanto, renascer exige:

    • A ação conjunta da Água e do Espírito (João 3:5).
    • A obediência à verdade estabelecida por Deus.
    • A semente viva que é a Palavra de Deus.

2. A diferença da Visão Física vs. A Realidade Espiritual

Diante da declaração de Jesus, Nicodemos demonstrou total incompreensão e pensou que este novo nascimento fosse algo físico (João 3:4). Ele fez uma pergunta que, do ponto de vista puramente humano, parecia razoável: "Como pode um homem nascer, sendo velho? 

Pode, porventura, entrar segunda vez no útero de sua mãe e nascer?" Ele olhou para o útero e para a fragilidade de um bebê, sem conseguir enxergar além da matéria.

Jesus, então, explicou pacientemente que o novo nascimento é espiritual e não físico (João 3:5-8), declarando que somente aqueles que têm o nascimento físico e o nascimento espiritual podem entrar no céu (João 3:5).

O Significado de "Nascer da Água"

Ao longo da história da igreja, surgiram várias visões e interpretações sobre o que significa “nascer da água” no versículo 5:
    • A Visão Sacramental/Palavra: Alguns dizem que significa o batismo nas águas, ou que a “água” simboliza o efeito purificador da Palavra de Deus.
    • A Visão de Unidade: Outros afirmam que a água e o Espírito referem-se à mesma coisa, uma única ação purificadora e renovadora do Espírito Santo, ou até mesmo que Jesus se referia ao batismo de arrependimento que João Batista realizava.
    • A Visão do Nascimento Físico: Existem também intérpretes que acreditam que a "água" refere-se ao nascimento natural. Isso pode significar:
        1. A ruptura da bolsa amniótica de água do bebê no nascimento, um processo natural conhecido por todos.
        2. O fato de que algumas obras antigas da literatura se referiam ao sêmen masculino como “água”, indicando assim o nascimento físico por meio da linhagem humana.

Em todo caso, o erro de Nicodemos foi confundir o nascimento físico com o nascimento espiritual. E a resposta de Jesus exige ambos! Ele esclarece a distinção em João 3:6: "O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito". Em outras palavras, as pessoas e os pais humanos podem produzir novos corpos físicos, mas somente o Espírito de Deus pode produzir novos corações!

3. A Fonte Celestial do Ensino

Nosso nascimento físico nos dá apenas a vida biológica e terrena — ele jamais poderá nos dar a vida espiritual! Por essa razão, para alcançar a Deus, nós precisamos desesperadamente desse novo nascimento que vem do alto.

Jesus ficou admirado e expressou surpresa por Nicodemos, sendo um mestre proeminente, não entender o nascimento espiritual (João 3:9-10): "Tu és mestre em Israel e não sabes estas coisas?". 

Afinal, o conceito de um nascimento espiritual, caracterizado pela renovação do coração e pela concessão do Espírito, já havia sido ensinado cerca de 600 anos antes pelo profeta Ezequiel, no capítulo 36 de seu livro, onde Deus prometeu tirar o coração de pedra, dar um coração de carne e colocar o Seu Espírito dentro do Seu povo.

Na verdade, esse ensinamento não constava apenas na Bíblia da época de Nicodemos (o Antigo Testamento), mas a própria fonte e autoridade desse ensinamento era o céu (João 3:11-13). Jesus testificou que falava daquilo que conhecia e via, pois ninguém subiu ao céu, senão Aquele que desceu do céu, a saber, o Filho do Homem. A doutrina do novo nascimento não é uma invenção humana, mas uma revelação direta do Deus Eterno para a salvação dos homens.

Conclusão

Meus amados, ao encerrar Seu diálogo, o Senhor nos apresenta os desdobramentos eternos desse encontro, divididos em dois caminhos claros nos versículos 16 a 21 de João 3:

    • A Vida por meio da Fé: Confiar em Cristo traz a vida eterna (João 3:16-18). O texto de João 3:16 é o versículo mais memorizado, mais citado, mais popular e mais profundo de toda a Bíblia: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". 

Este texto nos apresenta dois destinos finais e eternos: perecer (que significa o sofrimento eterno no inferno) ou viver a vida eterna (que significa desfrutar desta nova vida espiritual agora na terra e, para sempre, na glória do céu).

    • A Condenação pela Incredulidade: Por outro lado, rejeitar a Cristo e amar mais as trevas do que a luz traz a morte e a condenação eterna, pois as obras do homem sem Deus são más (João 3:19-21).

A pergunta mais importante que você deve responder no dia de hoje é: Você nasceu de novo?
Saiba que você pode nascer de novo hoje mesmo! Quando passamos pelo novo nascimento, nós nos tornamos, legal e espiritualmente, filhos de Deus. O apóstolo Paulo confirma essa bendita realidade em sua carta aos Gálatas 3:26-27:

“Pois todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Pois todos vocês que foram batizados em Cristo se revestiram de Cristo.”

Não confie em sua religiosidade, em sua moralidade ou em sua herança humana. Renda-se a Cristo, creia no Filho de Deus, nasça da água e do Espírito, e receba hoje a garantia da vida eterna. Amém!

Esboço de Sermão sobre Nascer de Novo

1: A Necessidade do Novo Nascimento (João 3:3)

Jesus declarou que ninguém pode ver o Reino de Deus, a menos que nasça de novo. Isso ressalta a necessidade de uma mudança espiritual radical na vida de cada pessoa, uma transformação que só pode ser realizada por Deus.


2: A Natureza do Novo Nascimento (João 3:5)

Jesus explicou que o novo nascimento envolve nascer da água e do Espírito. Isso indica a necessidade de purificação e renovação espiritual, simbolizadas pelo batismo e pelo trabalho do Espírito Santo na vida do crente.


3: O Papel do Espírito Santo no Novo Nascimento (João 3:8)

Jesus comparou o trabalho do Espírito Santo ao vento, que sopra onde quer. Assim como o vento é misterioso e invisível, o Espírito Santo opera de maneira soberana na regeneração espiritual, concedendo vida espiritual àqueles que creem em Cristo.


4: A Luz que o Novo Nascimento Traz (João 3:21)

Aquele que pratica a verdade vem para a luz, para que fique claro que suas obras são realizadas por intermédio de Deus. O novo nascimento traz uma vida de retidão e verdade, evidenciando a obra transformadora de Deus na vida do crente.

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5: O novo nascimento é porque o homem está espiritualmente morto (Romanos 5:12)

O apóstolo Paulo ensina que todos os homens estão espiritualmente mortos em seus pecados, e é por isso que precisam de um novo nascimento para serem feitos vivos em Cristo.


6: O novo nascimento é devido a um ato soberano de Deus (João 1:13; Tiago 1:18)

O novo nascimento não é resultado de esforços humanos, mas é o resultado da vontade e graça soberana de Deus. Ele nos escolheu e nos deu vida espiritual pela Palavra da verdade.


7: O Novo Nascimento pelo Evangelho de Cristo (1 Coríntios 4:15)

Paulo lembra os coríntios de que eles têm muitos instrutores no evangelho, mas apenas um pai espiritual que os gerou no evangelho. Assim, o novo nascimento ocorre quando as pessoas respondem ao evangelho de Jesus Cristo e nascem espiritualmente.

Conclusão:

O novo nascimento é uma obra maravilhosa de Deus na vida daqueles que creem em Jesus Cristo como seu Salvador. É uma transformação espiritual que nos torna novas criaturas em Cristo, capacitando-nos a viver em retidão e verdade diante de Deus. Que possamos valorizar essa obra divina em nossas vidas e compartilhar o evangelho da graça com todos ao nosso redor. 

Sermão sobre A Ressurreição de Lázaro: Da Morte para Vida

 Sermão: A Morte e Ressurreição de Lázaro

Esse é um sermão da série Pregações sobre Milagres na Bíblia: Sermões Prontos e Impactantes. A história da morte e ressurreição de Lázaro é um dos eventos mais impactantes do ministério de Jesus, revelando não apenas Seu poder sobre a morte, mas também Seu profundo amor e compaixão por aqueles que Ele ama. Hoje, exploraremos dez lições fundamentais dessa narrativa, que nos ajudam a entender o propósito de Deus em meio às dificuldades e o poder de Sua Palavra em nossas vidas.

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Introdução

A divindade de Jesus Cristo


Essa é uma verdade absoluta que sustenta a nossa fé. O próprio Senhor nos adverte de forma solene em João 8:24: "...pois, se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados". Mas como podemos ter a plena certeza de que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mateus 16:13, 14-17)?

Uma das maneiras mais poderosas de estabelecer a divindade de Jesus é por meio dos milagres reais que Ele realizou.  

O sinal mais impressionante registrado no Evangelho de João: a ressurreição de Lázaro (João 11). Este é um evento espiritualmente comovente e edificante que demonstra de forma definitiva o poder do Filho de Deus. 

Significado do Nome Lázaro

O nome Lázaro significa "Deus tem ajudado". Ele morava em Betânia, a cerca de três quilômetros de Jerusalém, com suas irmãs, Marta e Maria (João 11:1, 18). 

Aquela casa era um refúgio onde Jesus gostava de ir para descansar e ter comunhão, pois Ele mantinha um relacionamento muito especial e amava profundamente aquela família (João 11:3, 5). 

Através deste milagre, aprenderemos sobre os propósitos de Deus na dor, a soberania de Cristo sobre a morte e o chamado à fé.

1. O Propósito da Doença e o Atraso Providencial

O relato bíblico começa nos mostrando que Lázaro de Betânia estava gravemente doente (João 11:1-3). Maria, irmã de Lázaro, é especificamente identificada no texto como aquela que mais tarde ungiu o Senhor com unguento (João 11:2), uma marca de devoção gravada na memória dos discípulos.

Preocupadas com a gravidade da situação, as irmãs enviaram uma mensagem urgente a Jesus, que se encontrava "além do Jordão" (João 10:40). A mensagem continha apenas oito palavras de profunda confiança: "Senhor, eis que aquele a quem amas está doente" (João 11:3).

Muitas vezes não compreendemos o propósito dos eventos dolorosos da vida. No entanto, Jesus faz uma das declarações mais marcantes das Escrituras em João 11:4:
Esta doença não é para a morte, mas para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.”

A doença de Lázaro resultaria em uma morte inquestionável, mas a morte não seria o resultado final permanente. Nunca se teve a impressão, a partir dos ensinamentos de Jesus, de que a doença é sempre ruim. Longe disso, ela pode ser benéfica para manifestar a glória do Pai e fortalecer a fé dos discípulos e dos observadores (João 11:15, 45).

O Atraso de Jesus

Sabendo disso, o texto nos diz que Jesus deliberadamente adiou seu retorno por dois dias (João 11:6). Ele não demorou por indiferença, por falta de amor ou por estar ocupado. Ao adiar o retorno, Jesus teve a oportunidade de fazer mais por Lázaro do que por qualquer outra pessoa em Seu ministério. Se tivesse ido imediatamente, teria apenas curado um enfermo, algo que já havia feito por muitos. Ele esperou propositalmente para realizar um milagre surpreendente.

Quando finalmente decidiu voltar para a Judeia, Seus discípulos o lembraram do perigo de morte que Ele corria ali (João 11:7-8). Jesus então lhes ensinou uma verdade em João 11:9-10: em essência, se um homem andar de acordo com o que sente em seu coração e com o que consegue ver, ele cai nas armadilhas deste mundo; é preciso andar na luz da verdade de Deus. Jesus sabia o que estava prestes a acontecer e que o milagre atrairia a ira definitiva do Sinédrio, mas Ele caminhava na perfeita luz do propósito do Pai.

2. A Morte Física e a Revelação da Vida

Antes de chegar a Betânia, Jesus declarou aos discípulos: "Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertar-lo do sono" (João 11:11). Os discípulos, interpretando de forma literal, acharam que o sono faria bem à saúde dele (João 11:12-13). Diante disso, Jesus teve que ser claro e declarar abertamente: "Lázaro está morto" (João 11:14).

Jesus usou o termo “dorme” para se referir à morte física. Essa era uma alusão familiar nas Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (cf. 2 Samuel 7:12; 1 Reis 1:21; 1 Reis 2:10; Deuteronômio 31:16; Salmo 13:3; 1 Tessalonicenses 4:13-14; Mateus 27:52; Atos 7:60). 

A morte dos santos é considerada um sono não porque a alma passe por aniquilação ou inconsciência, mas porque para o salvo o sofrimento, o cansaço e a dor cessaram, restando a certeza do despertar na ressurreição (cf. Lucas 16:19-31). 

Ao declarar a morte de Lázaro, Jesus acrescentou: "E alegro-me, por amor de vós, de que eu lá não estivesse, para que possais crer" (João 11:15). Diante do perigo iminente na Judeia, Tomé, chamado Dídimo (que significa "gêmeo"), demonstrou seu profundo amor pelo Mestre com uma declaração ousada aos demais discípulos: "Vamos nós também, para morrermos com ele" (João 11:16).

Ao chegar perto de Betânia, Jesus encontrou Lázaro já sepultado há quatro dias (João 11:17, 30). Marta correu ao Seu encontro, enquanto Maria permaneceu chorando em casa (João 11:20). Com fé e simplicidade, Marta disse: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus lho concederá" (João 11:21-22). 

Jesus consolou-a dizendo: "Teu irmão ressuscitará" (João 11:23). Marta respondeu que sabia que ele ressuscitaria na ressurreição do último dia (João 11:24; cf. Jó 19:25-26; Salmo 49:15). Foi nesse momento que Jesus pronunciou uma de Suas maiores declarações de divindade:

“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu isto?” (João 11:25-26; cf. Jó 14:13)

Marta respondeu firmemente: "Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo" (João 11:27). Se ela cria na identidade d'Ele, não haveria dificuldade em crer no Seu poder sobre a morte.

Depois disso, Marta chamou Maria secretamente, sendo discreta porque a casa estava cheia de judeus que choravam e que não eram amigos de Jesus (João 11:28). Ao ouvir o chamado, Maria correu e lançou-se aos pés de Jesus — sua posição habitual de devoção (João 11:29, 31-32). 

Ao ver o pranto de Maria e dos que estavam com ela, Jesus ficou interiormente e profundamente comovido. O texto diz que "ele gemeu em espírito e perturbou-se" (João 11:33). 

E logo em seguida, o versículo mais curto da Bíblia expressa a profundidade da Sua compaixão humana e divina: "Jesus chorou" (João 11:35). Ele chorou pela dor de Seus amigos e, talvez, por fazer Lázaro retornar da glória celestial após quatro dias para enfrentar novamente um mundo decaído.

3. O Clamor Vitorioso diante do Túmulo

Ao chegar ao sepulcro, que era uma caverna com uma pedra posta sobre ela, Jesus ordenou: "Tirai a pedra" (João 11:38-39). 

Marta, pragmática, alertou o Senhor: "Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias" (João 11:39). O corpo de Lázaro já havia entrado em processo físico de decomposição. 

Jesus já havia ressuscitado a filha de Jairo no leito de sua casa (Marcos 5:35-43) e o filho da viúva de Naim em seu caixão a caminho do cemitério (Lucas 7:11-17). 

No entanto, não havia registro de uma ressurreição cujo corpo já estivesse apodrecendo.

O Milagre

Jesus repreendeu suavemente a dúvida de Marta, lembrando-a de que a fé precede a evidência: "Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?" (João 11:40). 

A pedra foi então removida (João 11:41). Diante de toda a multidão, Jesus levantou os olhos aos céus e orou em voz alta, não por duvidar de Sua capacidade, mas para que todos os presentes compreendessem e cressem que Ele fora enviado pelo Pai (João 11:41-42).

Após orar, Jesus clamou em alta voz com autoridade absoluta:
“Lázaro, vem para fora!” (João 11:43)

E o milagre espantoso aconteceu! Aquele que estava morto saiu da sepultura, tendo as mãos e os pés amarrados com faixas funerárias e o rosto envolto em um lenço (João 11:44). Diferente de Jesus, que dias mais tarde ressuscitaria deixando Suas vestes perfeitamente organizadas no túmulo vazios (cf. João 20:5-7), Lázaro precisou que Jesus ordenasse: "Desatai-o e deixai-o ir" (João 11:44).

O Impacto da Ressurreição

A morte era tão certa e o milagre foi tão definitivo que muitos dos judeus que visitavam Maria e viram o que Jesus fizera creram n'Ele (João 11:45). Por outro lado, os inimigos de Jesus ficaram completamente perplexos e o Sinédrio se reuniu dizendo: "Que faremos? Porquanto este homem faz muitos sinais" (João 11:47). 

A dureza de coração deles era tamanha que, conforme registrado em João 12:10-11, os principais sacerdotes consideraram matar também a Lázaro, porque muitos judeus criam em Jesus por causa do testemunho vivo daquele homem ressuscitado.

Conclusão

Meus amados irmãos, a ressurreição de Lázaro demonstra o que é um milagre real, operado às claras e acima de qualquer contestação. Que aqueles que hoje alegam realizar "milagres encobertos ou enganosos" (cf. 2 Tessalonicenses 2:9) tentem ir a um cemitério ressuscitar alguém sabidamente morto e em decomposição! Esse sinal não foi operado para o capricho humano, mas para manifestar a glória de Deus e gerar fé real por meio do testemunho, pois a Palavra de Deus hoje cumpre o propósito de gerar fé em nossos corações (Romanos 10:17; João 20:30, 31).

Para o cristão, este milagre é a prova cabal de que uma ressurreição corporal não é algo difícil demais para o nosso Deus. Como o apóstolo Paulo questionou o rei Agripa cerca de trinta anos mais tarde: "Por que se julga incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?" (Atos 26:8).



Esboço de Sermão sobre a Morte e Ressurreição de Lázaro

1. A Amizade de Jesus com Lázaro (João 11:11)

Jesus descreve Lázaro como “nosso amigo”, demonstrando a proximidade e a importância do relacionamento. Assim como Jesus tinha um vínculo especial com Lázaro, Ele nos chama amigos e deseja estar próximo de nós em todas as circunstâncias da vida.


2. O Propósito de Deus na Adversidade (João 11:4)

Jesus declara que a enfermidade de Lázaro não era para morte, mas para a glória de Deus. Muitas vezes, enfrentamos desafios que parecem insuperáveis, mas Deus os usa para revelar Sua glória e fortalecer nossa fé.


3. O Tempo de Deus Não É o Nosso (João 11:6)

Embora Jesus soubesse da gravidade da situação, Ele permaneceu dois dias onde estava. Isso nos ensina que Deus trabalha no tempo perfeito, mesmo quando parece que Ele está atrasado. Ele sempre age com um propósito maior.


4. A Fé em Meio à Perda (João 11:21)

Marta, mesmo em meio à dor da perda, expressa fé em Jesus: “Se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.” Sua declaração nos desafia a confiar em Deus, mesmo quando enfrentamos perdas dolorosas.


5. Jesus, a Ressurreição e a Vida (João 11:25)

Jesus faz uma das afirmações mais poderosas do evangelho: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Ele nos lembra que, em meio à morte e ao desespero, Ele é a fonte de vida eterna e esperança.


6. A Compaixão de Jesus (João 11:35)

Jesus chorou. Essas duas palavras revelam a profundidade de Seu amor e empatia por aqueles que sofrem. Ele não é indiferente à nossa dor; Ele está conosco em cada momento de sofrimento.


7. A Oração que Move o Céu (João 11:41)

Antes de realizar o milagre, Jesus agradece ao Pai em oração. Isso nos ensina a importância da gratidão e da dependência de Deus em todas as situações, especialmente nos momentos de necessidade.


8. O Poder da Palavra de Jesus (João 11:43)

Com uma simples ordem, Jesus chama Lázaro para fora do túmulo. Isso demonstra o poder absoluto da Palavra de Deus, que pode transformar qualquer situação, por mais impossível que pareça.


9. A Glória Revelada em Milagres (João 11:40)

Jesus diz a Marta: “Se creres, verás a glória de Deus.” Cada milagre é uma oportunidade para que a glória de Deus seja revelada e que nossa fé seja renovada.


10. A Vitória Sobre a Morte (João 11:44)

Quando Lázaro sai do túmulo, é uma antecipação da vitória final de Jesus sobre a morte na cruz. Em Cristo, temos a certeza de que a morte não é o fim, mas o início de uma nova vida com Deus.

Conclusão

A história de Lázaro nos ensina que Jesus está presente em nossa dor, trabalha em Seu tempo perfeito, e tem poder para transformar qualquer situação. Ele nos chama a confiar n’Ele como a ressurreição e a vida, e a crer que, mesmo nas adversidades, Deus está revelando Sua glória.

Pregação sobre O Reino de Deus: Uma Visão Bíblica sobre o Novo Reino

 O Reino de Deus

O conceito do Reino de Deus é central nos ensinamentos de Jesus e permeia todo o Novo Testamento. O Reino de Deus se refere ao governo soberano de Deus, a manifestação de Seu poder e Seu plano redentor para a humanidade. Vamos explorar algumas das principais lições que a Bíblia nos ensina sobre o Reino de Deus:

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Introdução

Uma das mensagens centrais e mais profundas do ministério de Jesus na terra: a proclamação do Reino de Deus. Desde os Seus primeiros sermões, Jesus pregou um novo reino. Ele andava pelas cidades anunciando que o Reino estava próximo (Mateus 4:17; Lucas 4:43).

Quando olhamos para as Escrituras, vemos que esse Reino não estava distante na história ou no espaço; estava, como Jesus disse a um escriba, "não muito longe" de ser alcançado (Marcos 12:34). No entanto, essa proximidade indicava a manifestação de um reino completamente diferente daquilo que o mundo esperava (João 18:36; Romanos 14:17). 

Não se tratava de uma monarquia terrena ou de uma revolução política, mas de um domínio espiritual.

Para compreendermos o Reino de Deus, precisamos entender que a sua definição bíblica se divide em duas grandes classes:
    1. A primeira classe vê o Reino como presente, envolvendo provações e sofrimento para aqueles que nele entram nesta vida presente (2 Tessalonicenses 1:5).
    2. A segunda classe vê o Reino como futuro, estando associado à recompensa eterna (Mateus 25:34) e à glória final reservada aos justos (Mateus 13:43).

1. O Contraste entre o Antigo e o Novo Reino

Jesus dá continuidade a essa linha de raciocínio no Sermão da Montanha e traz uma declaração bastante radical em Mateus 5:20: "Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus".

A partir daí, Ele estabelece uma série de declarações mostrando o contraste definitivo entre o antigo reino e o novo reino (Mateus 5:21-47). A justiça do Reino de Deus é completamente diferente de um mero legalismo externo. Ela penetra as intenções do coração, o controle da ira, a pureza dos olhos e o amor até mesmo pelos inimigos.

O contraste mais profundo, no entanto, reside na forma de ingressar nele:
    • No antigo reino, entrava-se pelo nascimento natural e linear da carne.
    • No novo reino, a entrada só é possível através do novo nascimento espiritual, como Jesus explicou a Nicodemos: "Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus" (João 3:3-5).
Por ser a maior riqueza que o homem pode possuir, o Reino e a sua justiça devem ser buscados acima de qualquer outra prioridade em nossa existência, conforme nos exorta o mestre em Mateus 6:33.

2. A Natureza Espiritual do Reino de Deus

Muitos contemporâneos de Jesus falharam em compreender o Reino porque tentavam medi-lo por padrões materiais e visíveis. A Palavra de Deus, porém, nos revela as verdadeiras características desse território espiritual:
    • Não consiste em coisas materiais: O apóstolo Paulo foi categórico ao escrever em Romanos 14:17: "Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo". O Reino representa as ricas bênçãos espirituais de Deus, que superam qualquer apego às riquezas terrenas (Marcos 10:25, 26).
    • Não vem com aparência exterior: Quando os fariseus interrogaram Jesus sobre quando viria o Reino, Ele respondeu de forma surpreendente em Lucas 17:20, 21: "O Reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: 'Ei-lo aqui!' ou 'Ei-lo ali!', porque o Reino de Deus está entre vós". Ele não se estabelece por fronteiras geográficas visíveis, mas pela presença e soberania de Deus no meio do Seu povo.
    • É composto por seres semelhantes a crianças: Em Mateus 18:1-4 e Mateus 19:13, 14, vemos que os discípulos repreendiam aqueles que traziam crianças a Jesus. Mas o Senhor os corrigiu dizendo: "Deixai vir a mim as crianças e não as impeçais, porque o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas". Para herdá-lo, é preciso ter a humildade, a pureza e a total dependência de uma criança.
    • Os pobres são seus herdeiros: O apóstolo Tiago nos convida a abrir os olhos para o critério de escolha do Senhor em Tiago 2:5, 6: "Ouçam, meus amados irmãos: Deus não escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que ele prometeu aos que o amam? Mas vocês desprezaram os pobres...". Deus exalta os humildes deste mundo e confunde os soberbos.

3. As Chaves do Reino e a Exclusão do Mal

Um ponto essencial do ensino de Cristo é a revelação de que a igreja e o reino estão intimamente conectados na presente era. Em Mateus 16:18, 19, Jesus declara a Pedro:
“Eu te darei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus.”

A autoridade e a pregação da igreja abrem as portas desse Reino para a humanidade. Não é à toa que o Reino era um tema apostólico frequentemente mencionado, o coração da mensagem da igreja primitiva, como vemos no encerramento do livro de Atos, onde Paulo permanecia pregando e ensinando com toda a ousadia (Atos 28:31).

A Purificação Final do Reino

No entanto, a existência presente do Reino no mundo não significa a conivência com o pecado. O texto nos traz advertências solenes sobre quem não pode fazer parte dele e sobre o destino final dos ímpios:
    • Os imorais não têm lugar aqui: O apóstolo Paulo é enfático em sua carta aos Efésios 5:5, 6: "Pois vocês sabem muito bem que nenhum imoral, impuro ou avarento — que é idólatra — tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém os engane com palavras vãs, pois é por causa dessas coisas que a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência".
    • O joio será inteiramente queimado: Na consumação dos séculos, haverá uma separação perfeita e divina. Conforme o próprio Senhor Jesus nos alerta em Mateus 13:38-42, especificamente nos versículos 40 e 41: "Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim deste mundo. O Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles recolherão do seu reino tudo o que causa escândalo e os que praticam a iniquidade...".

Conclusão

Meus irmãos, diante da grandiosidade desse Novo Reino que nos foi apresentado por Jesus, qual tem sido a nossa postura? Nós fomos chamados a um nível de retidão e de vida no Espírito que excede qualquer religiosidade vazia.

O mandamento do nosso Salvador para nós hoje permanece claro e urgente: devemos “buscar primeiro” o Reino de Deus e a sua justiça (Mateus 6:33). Todas as outras coisas de que necessitamos nesta vida terrena serão naturalmente acrescentadas pela fidelidade do nosso Pai celestial.

Examinemos as nossas vidas:
    • Nós já experimentamos o novo nascimento (João 3:3-5)?
    • Temos nos despido da imoralidade e da avareza para garantir nossa herança com os santos (Efésios 5:5)?
    • Temos cultivado a simplicidade e a humildade das crianças (Mateus 19:14)?
Que não sejamos achados como joio no dia da colheita, mas que permaneçamos firmes na justiça, na paz e na alegria do Espírito Santo, expandindo e vivendo o Reino de Deus aqui na terra até o dia da Sua glória futura. Amém!

Esboço de Sermão sobre o Reino de Deus

1. O Reino de Deus Está Próximo (Mateus 4:17)

Desde o início de Seu ministério, Jesus proclamou: "Arrependei-vos, porque o Reino dos céus está próximo" (Mateus 4:17). Este chamado à conversão é um convite para preparar o coração para receber a obra de Deus. O Reino de Deus está próximo porque Jesus, o Rei, veio ao mundo para iniciar Seu reinado de justiça e amor.


2. O Reino de Deus é Espiritual (João 18:36)

Quando Jesus foi questionado por Pilatos sobre Seu reino, Ele afirmou que "o meu reino não é deste mundo" (João 18:36). Isso nos mostra que o Reino de Deus não é um reino físico ou político, mas um reino espiritual que governa o coração e a vida dos que creem em Cristo. Seu reino não depende das circunstâncias terrenas, mas da obediência e fé.


3. O Reino de Deus Está Entre Nós (Lucas 17:21)

Jesus declarou que "o Reino de Deus está entre vós" (Lucas 17:21). Isso significa que o Reino de Deus não é apenas uma esperança futura, mas uma realidade presente para aqueles que vivem em comunhão com Ele. O reino de Deus se manifesta nas vidas transformadas, na justiça, e no amor que floresce entre o Seu povo.


4. A Fé é a Porta para o Reino (Marcos 10:15)

Jesus nos ensinou que "quem não receber o Reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele" (Marcos 10:15). A fé simples, humilde e confiante, como a de uma criança, é a chave para entrar no Reino. O Reino de Deus é acessível a todos que confiam em Deus de coração sincero, sem orgulho ou incredulidade.

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5. O Reino de Deus é de Justiça, Paz e Alegria (Romanos 14:17)

Paulo nos ensina que "o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Romanos 14:17). O Reino de Deus não se baseia em rituais externos ou legalismos, mas na transformação interior que resulta em uma vida justa, cheia de paz e alegria, alimentada pelo Espírito Santo.


6. Os Humildes Herdarão o Reino de Deus (Mateus 5:3)

No Sermão da Montanha, Jesus disse: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus" (Mateus 5:3). O Reino de Deus pertence aos humildes, àqueles que reconhecem sua necessidade de Deus e que não se apoiam em suas próprias forças. A humildade é a chave para herdar as riquezas do Reino de Deus.


7. O Reino de Deus é Como um Tesouro (Mateus 13:44)

Jesus comparou o Reino de Deus a um tesouro escondido no campo, pelo qual um homem vendeu tudo o que tinha para comprá-lo (Mateus 13:44). Isso nos ensina que o Reino de Deus é precioso, e vale a pena sacrificar tudo para adquiri-lo. Ele é o bem mais valioso que alguém pode ter, e nada no mundo se compara ao privilégio de pertencer ao Reino de Deus.


8. O Reino de Deus Cresce de Forma Silenciosa e Poderosa (Marcos 4:30-32)

Jesus também comparou o Reino de Deus a um grão de mostarda, que é a menor das sementes, mas cresce e se torna a maior de todas as plantas (Marcos 4:30-32). O Reino de Deus pode começar pequeno e invisível aos olhos do mundo, mas cresce de maneira poderosa e impactante. Muitas vezes, o crescimento do Reino é silencioso, mas seu impacto é transformador.


9. Nem Todos Entrarão no Reino (Mateus 7:21)

Jesus advertiu que "nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mateus 7:21). Entrar no Reino de Deus não é apenas uma questão de palavras ou confissão externa, mas de viver em obediência e submissão à vontade de Deus. Somente aqueles que verdadeiramente seguem a Deus com um coração sincero e obediente herdarão o Reino.


10. A Busca Pelo Reino Deve Ser Prioritária (Mateus 6:33)

Jesus nos instruiu: "Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33). Isso nos ensina que o Reino de Deus deve ser a nossa prioridade absoluta. Quando colocamos Deus em primeiro lugar em nossas vidas e buscamos viver de acordo com Seus princípios, Ele cuida de todas as outras necessidades.

Conclusão

O Reino de Deus é uma realidade presente e futura, acessível a todos aqueles que têm fé, humildade e uma vida de obediência. Ele é espiritual, crescendo silenciosa e poderosamente no coração dos que seguem a Cristo. Embora nem todos entrem no Reino, ele é oferecido gratuitamente àqueles que colocam Deus e Sua justiça como prioridade. Assim, devemos buscar o Reino de Deus em tudo que fazemos, sabendo que esse é o bem mais precioso que podemos alcançar

Pregação sobre Humildade: Seguindo os Passos de Jesus

  "Caminhando na Humildade: Seguindo os Passos de Jesus"

Mergulhamos nas Escrituras para explorar um tema fundamental em nossa jornada cristã: a humildade. Em um mundo que frequentemente valoriza a autossuficiência e a busca pelo reconhecimento pessoal, somos chamados a seguir o exemplo de humildade supremo, nosso Senhor Jesus Cristo. 

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Introdução O Caminho da Humildade

Fomos chamados para refletir sobre uma virtude que está no cerne da vida com Deus, mas que bate de frente com o orgulho do mundo: a humildade. Para compreendermos a profundidade desse tema, precisamos olhar para a origem da palavra nas Escrituras.

No grego do Novo Testamento, a palavra usada para humilde é tapeinos (código Strong NT:5011). Os léxicos bíblicos, como os de Vine e Thayer, nos mostram que tapeinos significa principalmente "de posição humilde", alguém que propriamente não se eleva muito do solo. Metaforicamente, refere-se a alguém "abatido", "de baixa condição" ou "humilde de espírito".

Embora o mundo muitas vezes associe essa palavra a fraqueza ou inferioridade, no Novo Testamento ela é sempre usada em um bom sentido. Ela descreve uma disposição de coração aprovada pelo Criador. Vamos compreender hoje como essa característica deve moldar nossa vida, nossa conduta e nossa relação com Deus.
  • A. (Tiago 4:10) Humilhe-se e Deus o exaltará.
  • B. (Tiago 4:6) Deus dá graça aos humildes.
  • C. (Hebreus 3:7-15) Advertência contra um coração duro.
  • D. (Lucas 24:46-47) Parte do evangelho é pregar o arrependimento.
  • E. (1 João 1:9) Se confessarmos as nossas faltas, Deus nos perdoará.

1. Como a Humildade se Manifesta no Corpo de Cristo

A humildade não é um sentimento vago; ela se manifesta em ações e atitudes práticas no nosso dia a dia. O apóstolo Paulo nos adverte de forma direta sobre a nossa mente em Romanos 12:3, mostrando que o cristão deve viver em humildade: "Preste atenção aos seus pensamentos. Não exagere a sua importância". O nosso desejo deve ser que Deus, e não os homens, seja quem nos nota e nos aprova em secreto, conforme Jesus nos ensina em Mateus 6:4, 6, 18.

Quando olhamos para o texto de 1 Pedro 5:5-7, descobrimos como a humildade opera nas nossas relações comunitárias:

Na Submissão às Autoridades e aos Irmãos: Pedro escreve: "Da mesma forma, vocês, jovens, sujeitem-se aos mais velhos" (1 Pedro 5:5a). E logo em seguida expande esse mandamento a todos: "Sim. Sejam todos submissos uns aos outros" (1 Pedro 5:5b).

Como uma Vestimenta Indispensável: O texto nos ordena: "Revesti-vos de humildade" (1 Pedro 5:5c). Pedro usa uma expressão que indica que a humildade é para todos os cristãos e que você precisa usá-la bem apertada, como um avental de servo, firmada em seu caráter.

O que Deus diz sobre os Humildes?

Ainda em 1 Pedro 5:5d-7, o apóstolo nos dá os motivos espirituais para abraçarmos essa postura:

Deus dá graça aos humildes: Ele resiste aos soberbos, mas derrama o Seu favor sobre os pequenos (1 Pedro 5:5d; ver também Tiago 4:6).

Precisamos nos humilhar: É um ato voluntário. "Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus..." (1 Pedro 5:6a).

Deus exaltará os humildes no tempo devido: Não precisamos cavar nossa própria promoção; o Senhor cuidará disso no momento certo (1 Pedro 5:6b; ver também Lucas 1:52).

Os humildes confiam em Deus com todos os seus problemas: A verdadeira humildade nos permite lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade, reconhecendo que sozinhos não podemos carregar o peso da vida (1 Pedro 5:7).

2. Exemplos Bíblicos de Humildade

A humildade não é um fruto do Espírito automático, mas sim uma característica de caráter que nós devemos desenvolver. Para nos inspirar, as Escrituras estão repletas de exemplos de pessoas que andaram por esse caminho:

Moisés: Descrito como um homem extremamente manso e humilde (Números 12:3).

Ezequias: Que soube se humilhar diante do Senhor em momentos de crise (2 Crônicas 33:12).

Daniel: Cuja postura de humilhação e busca foi ouvida desde o primeiro dia (Daniel 10:12).

Esdras: Que proclamou um jejum para que o povo se humilhasse perante Deus (Esdras 8:21).

O Exemplo Supremo: Jesus Cristo

Nenhum exemplo, porém, se compara ao do nosso Salvador. O texto sagrado destaca a humildade de Jesus sob três perspectivas maravilhosas:

A. O Convite do Senhor (Mateus 11:29)

Jesus nos chama dizendo: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração...". No contexto desse convite, a humildade é dada como o motivo exato pelo qual alguém deveria se sentir atraído e vir a Ele. Jesus não é severo, autoritário ou opressor. Ele é "humilde de coração", tornando leve o Seu fardo e fácil obedecê-Lo.

B. A Mente de Cristo (Filipenses 2:5-11)

No contexto onde Paulo ensina que a humildade é essencial para a unidade e a harmonia da igreja (vv. 1-4), nós somos exortados a ter a mesma mentalidade de Jesus (v. 5). Sendo igual a Deus e subsistindo na forma de Deus, Ele não se apegou a isso. Pelo contrário, Ele esvaziou-se a Si mesmo, tornou-se homem, assumiu a forma de servo e foi obediente até a morte — e morte de cruz! Ele esteve disposto a morrer por nós (Filipenses 2:8).

C. O Lava-pés (Filipenses 2:8; João 13:1-17)

Na noite em que foi traído, Jesus lavou os pés dos discípulos. O texto ressalta que Ele fez isso com plena consciência de Sua posição exaltada; Ele sabia de onde tinha vindo e para onde ia (João 13:3). Mesmo assim, Ele cingiu-se com uma toalha — vestiu-se literalmente como um servo — e realizou o ato mais baixo que um escravo poderia realizar (João 13:4-5).

O objetivo desse ato foi mostrar que o Seu trabalho serviu à humanidade (João 13:8). E a grande lição que extraímos disso está nos versículos 12 a 17: nós, como servos humildes, podemos e devemos servir uns aos outros com a mesma humildade.

João 13:1-17 – Pés lavados dos discípulos

  • Feito com consciência de sua posição exaltada (v. 3)
  • Cingiu-se com uma toalha – vestiu-se como um servo (v. 4)
  • Ato de servo (v. 5)
  • Propósito – mostrar que seu trabalho serviu à humanidade (v. 8)
  • Lição – podemos servir humildemente aos outros (vv. 12-17)

3. O Efeito da Humildade no Nosso Dia a Dia

Quando desenvolvemos essa virtude, ela altera de forma profunda as nossas reações e comportamentos nas mais diversas situações descritas na Palavra:

Ao buscar a unidade e a harmonia: Ela nos faz considerar os outros superiores a nós mesmos, eliminando contendas (Filipenses 2:1-4).

Quando somos excelentes ou fortes: Ela nos guarda de cair na soberba, nos lembrando de pensar com moderação (Romanos 12:3).

Ao lidar com aqueles que são considerados “menos” ou de baixa condição: Ela nos impede de sermos arrogantes. Como lemos em Romanos 12:16: "Não sejais sábios em vós mesmos; associai-vos aos humildes" (ver também 2 Coríntios 10:1).

Ao lidar com os irmãos na fé: Ela gera compaixão e amor fraternal, fazendo-nos amáveis uns para com os outros (1 Pedro 3:8).

Ao ensinar e ao lidar com a oposição: Ela nos capacita a corrigir os que se opõem com mansidão e paciência, deixando que Deus opere o arrependimento (2 Timóteo 2:25).

Precisamos nos lembrar da solene advertência trazida por Jesus em Mateus 23:12: "Pois quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado".

Grandeza:

  • Ao lidar com aqueles que são “menos” (Romanos 12:16)
  • Ao ensinar (2 Timóteo 2:25)
  • Ao lidar com irmãos (1 Pedro 3:8)
  • Ao lidar com a oposição (2 Timóteo 2:25)
  • Quando nos destacamos ou somos fortes (Romanos 12:3)
  • Ao lutar pela unidade e harmonia (Filipenses 2:1-4)

Conclusão

Meus irmãos, o Senhor elogia, incentiva e atrai para Si os humildes. As Escrituras declaram que se o Seu povo se humilhar, orar e buscar a Sua face, Ele ouvirá dos céus (2 Crônicas 7:14). E em Isaías 57:15, o Deus Alto e Sublime afirma que habita com o contrito e humilde de espírito. Portanto, devemos ser humildes para com todos os homens (Tito 3:2).

Se há algo que realmente deveria gerar humildade em você e torná-lo humilde, é Deus. Pense em Deus. Pense na grandeza da Pessoa de Deus e na perfeição da obra de Deus. Diante do Criador do universo, que se importa conosco e enviou Seu Filho para nos servir, nossa única resposta justa é nos prostrarmos e dizermos as mesmas palavras do rei Davi em 2 Samuel 7:18:

“Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?”

Que o Senhor nos conceda a graça de andarmos vestidos de humildade todos os dias da nossa vida. Amém.

Esboço de Sermão sobre Humildade

1. O Exemplo de Humildade em Jesus (Filipenses 2:5-8):

Começamos nossa reflexão com o exemplo sublime de humildade deixado por nosso Salvador, conforme descrito em Filipenses 2:5-8. Jesus, sendo Deus, escolheu a humildade, servindo como exemplo vivo para todos nós.


2. A Chamada à Humildade nas Escrituras (Tiago 4:10):

A Palavra de Deus nos chama à humildade em Tiago 4:10: "Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará." Reconhecemos que, ao nos humilharmos diante de Deus, abrimos espaço para Sua exaltação em nossas vidas.

3. Humildade na Dependência de Deus (Provérbios 3:5-6):

A verdadeira humildade se manifesta quando confiamos inteiramente em Deus. Provérbios 3:5-6 nos lembra: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas."

4. A Verdadeira Grandeza na Humildade (Mateus 23:12):

Jesus nos ensina sobre a verdadeira grandeza na humildade em Mateus 23:12: "Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado." A grandeza no Reino de Deus está enraizada na humildade, não na busca de status ou reconhecimento terreno.

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5. Humildade no Serviço aos Outros (Filipenses 2:3-4):

Filipenses 2:3-4 destaca a prática da humildade no serviço aos outros: "Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros." A verdadeira humildade se expressa no amor e serviço desinteressado.

6. Humildade na Confissão de Pecados (1 João 1:9):

A humildade se manifesta também na disposição de confessar nossos pecados diante de Deus. 1 João 1:9 nos assegura: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."

7. A Sabedoria que Vem da Humildade (Provérbios 11:2):

Provérbios 11:2 destaca a sabedoria que vem da humildade: "Vindo a soberba, vem também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria." A humildade nos abre para receber a sabedoria divina.

8. Humildade como Caminho para a Graça (Tiago 4:6):

Tiago 4:6 ressalta o papel da humildade como caminho para a graça: "Mas ele dá maior graça. Portanto, diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes." A humildade é o solo fértil onde a graça de Deus floresce.

9. A Humildade na Relação com Deus e Outros (1 Pedro 5:5-6):

1 Pedro 5:5-6 nos instrui sobre a humildade em nossa relação com Deus e outros: "Igualmente vós, jovens, sede submissos aos mais velhos. E cingi-vos todos de humildade uns para com os outros, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte."

10. A Recompensa da Humildade (Mateus 5:5):

Finalizamos com a promessa de Jesus em Mateus 5:5: "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra." A humildade é recompensada por uma herança celestial.

Conclusão

Que possamos trilhar o caminho da humildade, seguindo os passos de nosso Salvador. Que a humildade governe nossos corações, moldando nossas atitudes, palavras e ações.

Série de Sermões sobre a Igreja de Cristo: Fortes e Impactantes

Série de Sermões sobre a Igreja de Cristo: Fortes e Impactantes

Confira nossa série de sermões sobre a Igreja. Essas pregações não se limitam à teoria, mas emerge da prática ministerial e do compromisso com a fidelidade bíblica. Em um cenário onde há confusão e diluição do conceito de igreja, compreender sua essência torna-se essencial para líderes, pregadores e membros que desejam alinhar-se ao propósito ete'rno de Deus. Como Professor de Homilética , com atuação direta na formação de líderes e na exposição das Escrituras no contexto da igreja local, proponho uma reflexão sólida e exegética sobre a natureza da Igreja de Cristo. 

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Série de 10 Sermões sobre a Igreja de Cristo

A Natureza da Igreja de Cristo sob o Ponto de Vista do seu Nascimento 

Texto Base: Atos 2:14-24

Introdução

A existência da igreja não foi um acidente histórico ou um plano de contingência. Foi um propósito eterno de Deus. Durante Seu ministério terreno, Jesus preparou cuidadosamente Seus discípulos para o estabelecimento de Seu Reino, a igreja. Ele prometeu: "Edificarei a minha igreja" (Mt 16:18-19), garantiu que alguns ali não morreriam sem ver o Reino chegar com poder (Mc 9:1) e, após Sua ressurreição, ordenou que esperassem em Jerusalém até que fossem revestidos desse poder do alto (Lc 24:46-49).

Muitas vezes, as pessoas se confundem sobre a origem da igreja, mas as Escrituras nos fornecem evidências abundantes para identificar exatamente quando ela começou. Tudo converge para um dia específico: o dia de Pentecostes, em Jerusalém.


I. A Vinda do Espírito Santo

A primeira grande evidência do início da igreja foi a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos (Atos 2:1-4).

    • A Promessa Cumprida: Jesus explicara que o Espírito viria para guiá-los em toda a verdade (Jo 16:13) e que eles receberiam "poder" ao descer sobre eles o Espírito Santo (Atos 1:8).

    • O Marco Temporal: Se o Reino viria com "poder" (Mc 9:1) e o poder viria com o Espírito (Atos 1:8), então o momento em que o Espírito desceu em Atos 2 marca, sem dúvida, o nascimento oficial da igreja e do Reino de Cristo.

II. Os Apóstolos Confirmados como Mensageiros de Deus

Deus não deixou dúvidas sobre a autoridade dos homens que estavam pregando naquele dia (Atos 2:5-13).

    • Milagres como Assinatura Divina: A vinda do Espírito capacitou os apóstolos a falar em línguas que eles não conheciam, permitindo que judeus de todas as nações ouvissem as maravilhas de Deus em seus próprios idiomas.

    • Confirmação da Palavra: Os milagres não eram para entretenimento, mas para confirmar que a pregação era de origem divina (Mc 16:20; Hb 2:4). Através desses sinais, o mundo soube que o que acontecia ali era a mão de Deus agindo.

III. O Cumprimento das Profecias

O início da igreja não foi apenas um evento de poder, foi um evento de profecia. Pedro, em seu sermão, explica que o que eles viam era o cumprimento das Escrituras (Atos 2:14-21).

    • A Voz dos Profetas: Jesus ensinara que tudo o que estava escrito sobre Ele na Lei, nos Profetas e nos Salmos deveria se cumprir (Lc 24:44).

    • O Derramamento do Espírito: Pedro cita especificamente o profeta Joel (2:28-32), afirmando que "isto é o que foi dito pelo profeta Joel". O tempo de Deus havia chegado; os "últimos dias" da dispensação cristã haviam começado.

IV. A Primeira Pregação do Evangelho Pleno

Em Atos 2:22-36, ouvimos, pela primeira vez na história, o Evangelho de Jesus Cristo sendo pregado em sua plenitude: Sua vida, morte, ressurreição e exaltação.

    • O Centro da Mensagem: Jesus instruíra que o arrependimento e a remissão de pecados seriam pregados em Seu nome, começando por Jerusalém (Lc 24:47).

    • A Vitória sobre a Morte: Pedro demonstra que a ressurreição de Cristo não foi um boato, mas o cumprimento do Salmo 16:8-11. Jesus não foi retido pela morte; Ele foi exaltado à destra de Deus e constituído Senhor e Cristo.

V. A Resposta dos Crentes Arrependidos

A igreja não é feita de paredes, mas de pessoas que obedecem à verdade (Atos 2:37-39).

    • O Coração Compungido: Ao ouvirem a verdade, as pessoas perguntaram: "Que faremos?". A resposta de Pedro foi clara: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos vossos pecados".

    • Obediência Hoje: Esse padrão continua o mesmo. Hoje, crentes penitentes que reconhecem Jesus como o Filho de Deus podem e devem obedecer (Atos 8:36-37). É através desta obediência que o homem é salvo e acrescentado pelo Senhor ao Seu corpo (Mc 16:15-16).

VI. O Crescimento da Igreja

Naquele primeiro dia, quase três mil almas foram batizadas (Atos 2:41). A semente foi plantada.

    • O Crescimento vem de Deus: Jesus comparou o Reino a um grão de mostarda que cresce até se tornar uma árvore (Mt 13:31-32). Quando a semente da Palavra (Lc 8:11) é plantada em corações bons e regada, é Deus quem dá o crescimento (1 Co 3:6).

    • Uma Instituição Viva: A igreja não parou ali. Ela continuou perseverando na doutrina, na comunhão e nas orações, e o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos (Atos 2:47).

Como Deus vê a Igreja?

Para Deus, é o “Corpo” de Seu Filho, sobre o qual Ele é a Cabeça! Efésios 1:22-23
Nenhuma outra cabeça! No céu ou na terra!

Cristo tem TODA a autoridade!

Não sobrou nada para mais ninguém!
Mateus 28:18-19 – … Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra...
Para Deus, os santos devem "sair do meio" daqueles que estão no mundo! 2 Coríntios 6:14-18

Foi estabelecida nos últimos dias.

  • Durante a época dos Césares romanos.
  • Na cidade de Jerusalém.
  • Enquanto os apóstolos de Cristo estavam vivos.

Quando esses apóstolos receberam poder do Espírito Santo.

Todas essas coisas aconteceram em Jerusalém, conforme descrito em Atos 2!

Qual é a relação bíblica entre Jesus e a Igreja?

Cristo é o construtor da igreja! Mateus 16:18  

Minha igreja, sua igreja?

A única esperança de sobrevivência! Salmo 127:1

É a casa Dele (de Cristo)!1 Timóteo 3:15  

Quais são os direitos do construtor da casa?

  • Os direitos que pertencem ao construtor!
  • Condições de adesão
  • Caráter desses membros
  • Relação entre si

Como serão governados?

Como eles irão trabalhar e adorar?

Como eles resolverão os problemas?

Localizando a Igreja do Senhor

É a casa de Deus e devemos saber como nos comportar nessa casa 1 Timóteo 3:15 

Jesus é o fundamento da igreja (assembleia)! 1 Coríntios 3:11 (NKJV) 1 

O fundamento de uma igreja é a doutrina sobre a qual ela se estabelece. (Notas de Barnes)

Como a Igreja Começou?

Considerações:

A igreja de Cristo começou no primeiro Pentecostes após a ressurreição e ascensão de nosso Senhor. Ela não é uma denominação fundada por homens séculos depois; ela é o corpo de Cristo estabelecido por Sua autoridade, confirmada pelo Espírito e sustentada pela Sua Palavra.

Hoje, a igreja de Cristo continua a crescer sempre que alguém ouve e obedece ao Evangelho, pois ele continua sendo "o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê" (Rm 1:16).

Você já se tornou parte desta igreja através da obediência ao Evangelho pregado naquele dia?

Uma Igreja construída com Paredes Sólidas Neemias 6:15-16.

Fortalecer a Igreja construindo paredes sólidas? Neemias 6: 15-16.

  • Assim, o muro foi concluído no dia vinte e cinco do mês de elul, em cinquenta e dois dias. Quando todos os nosso inimigos souberam disso , e todas as nações que nos rodeiam viu isso , eles perderam a sua confiança; pois reconheceram que essa obra havia sido realizada com a ajuda de nosso Deus. Neemias 6: 15-16

Quando vejo pessoas crescendo espiritualmente, e isso se reflete em suas vidas - então estamos nos tornando o sucesso que Jesus deseja que sejamos.

Para isso precisamos construir igrejas com paredes espirituais

1. Para Construir uma Igreja com Paredes Fortalecidas é necessário a participação de cada membro

Reconstruindo as paredes. Preocupe-se com a igreja e o próximo. Sacrifique sua vida por Deus, não importa o obstáculo

Esteja preparado para trabalhar para Deus. Espere oposição do mal

As pessoas tinham uma "mente para trabalhar" Neemias 4: 6 6 Então construímos a parede e toda a parede foi unida até a metade de sua altura , porque as pessoas tinham vontade de trabalhar.

Uma mente para trabalhar Apesar da oposição, zombaria, perigo Neemias 4: 2-3

Sem guindastes, escavadeiras ou equipamentos elétricos; apenas trabalho duro e determinação

Vamos construir nossa casa espiritual! I Pedro 2: 4-5

Individualmente (uma pedra de cada vez) II Pedro 1: 5-11. O crescimento é um processo constante

Oponentes da verdade sempre um problema II Timóteo 3: 1-9 Não posso deixar isso atrapalhar nosso trabalho. Tudo é possível Isaías 41:10.

Prepare-se para o ataque em todas as frentes. Como Neemias, nosso inimigo tentará expor as fraquezas

  • Não tenha medo
  • Poder na palavra de Deus (Rom 1:16)
  • Poder na oração (Tiago 5:16)

Deus vence tudo

É nosso propósito como cristãos Colossenses 3:23  Faça o que fizer, faça o seu trabalho de coração, mais para o Senhor do que para os homens, 

Metade da batalha está na mente. 

2. Para Construir uma Igreja com Paredes sólidas é necessário Unidade.

Manter a unidade. Pessoas de todas as classes, origens e ocupações trabalhando juntas Não sem problemas Neemias 5: 1-5

Jesus chama a todos para servi-lo Gálatas 3: 26-28. Pode ser diferente, mas tem algumas coisas muito importantes em comum:

  • Somos todos pecadores (Romanos 3:23)
  • Somos todos parte da mesma causa Efésios 4: 1-6
  • Todos nós temos o mesmo objetivo Romanos 6:23

Devemos superar as diferenças para alcançar

  • As necessidades físicas dos outros -Ja 2: 14-ss; 1Jo 3:16, 17
  • As necessidades emocionais dos outros - (doente / prisão) Mt 25:
  • As necessidades espirituais dos outros - Ef 3:10; Mt 28: 18-20

A luta poderia ter interrompido a reconstrução Mateus 12: 25-26

Jesus sabia que não seria fácil João 17: 18-21

Como fazemos isso? Romanos 14: 1, 12-13 Agora aceite aquele que é fraco na fé, mas não com o propósito de julgar as suas opiniões.

  • Seja humilde e atencioso Filipenses 2: 1-4
  • Construa sobre a pedra angular principal Efésios 2: 19-22

Um grupo de cristãos verdadeiramente trabalhando juntos não será derrotado!

  • Nosso sucesso será derrotar ao inimigo Neemias 6:16
  • A unidade é realizada na igreja por ...diversidade -1 Coríntios 12: 1-ff

A. UM CORPO - ALGUNS MEMBROS

  • 1. Diversidade não é inimiga da unidade
  • 2. Existem muitos dons, ministérios e atividades -vs. 4-6
  • 3. Todos foram batizados em um só corpo

3.Para Construir uma Igreja com Paredes edificadas é necessário Propósito

Neemias tinha um propósito específico. A construção do muro, reerguer seu povo e a adoração ao Senhor.

Cada um de nós foi criado com um propósito único e especial. Deus nos formou à Sua imagem e nos capacitou com dons, talentos e habilidades específicas para cumprir Sua vontade na Terra. 

Descobrir esse propósito requer um relacionamento profundo com Deus, buscando Sua orientação em oração e meditando em Sua Palavra. É através desse relacionamento que somos capacitados a entender quem somos em Cristo e qual é a missão que Ele nos confiou.

"Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:10)

Quando vivemos alinhados com o propósito de Deus, encontramos um senso de significado e direção em nossas vidas. Não somos mais levados pelas circunstâncias ou pela busca vazia por sucesso e realizações mundanas. 

Em vez disso, buscamos agradar a Deus em tudo o que fazemos e direcionamos nossos esforços para cumprir Sua vontade. Isso nos dá uma paz profunda e uma convicção de que estamos vivendo uma vida com propósito.

"Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas." (Provérbios 3:5-6)

Uma Igreja construída com Paredes Sólidas Neemias 6:15-16.


Conclusão

Se todas essas mesmas coisas estiverem presentes na igreja hoje, também nos edificaremos naquilo que Deus deseja que sejamos

Vamos ao trabalho!!

Fortalecer a Igreja Consolidando o Corpo de Cristo

Fortalecer a Igreja Consolidando o Corpo de Cristo

Reflitamos sobre uma questão crucial para cada um de nós e para a saúde do Reino de Deus: quais são as características de uma igreja forte? A saúde e o bem-estar da nossa congregação devem ser uma prioridade constante, pois a Bíblia nos alerta que igrejas podem morrer, como vemos na repreensão de Jesus à igreja de Sardes em Apocalipse 3:1. Somos chamados a servir a Deus com gratidão e reverência (Hebreus 12:28).


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I. Uma Igreja Forte É Aquela Que Funciona Como Um Corpo

A imagem do corpo é uma das mais poderosas que a Bíblia usa para descrever a igreja. Ele que faz fortalecer a igreja.

A. A igreja é o corpo de Cristo (1 Coríntios 12:27). Somos mais do que um grupo de indivíduos; somos uma unidade orgânica, conectados uns aos outros e a Cristo, que é a cabeça.

B. Como corpo, há muitos membros desempenhando funções diferentes (Romanos 12:3-8; 1 Coríntios 12:14-22). Deus nos deu dons e talentos variados, e cada parte é essencial. Assim como um olho não pode dizer à mão "não preciso de você", nenhum membro da igreja pode viver isolado ou se considerar dispensável. O corpo precisa de cada parte para funcionar plenamente.

C. Para ser um corpo forte, cada membro deve fazer a sua parte (Efésios 4:15-16). O crescimento saudável do corpo acontece quando "cada parte faz a sua obra". Quando nos encaixamos, nos ajudamos e nos edificamos mutuamente no amor, a igreja se fortalece. A inatividade de um membro enfraquece o corpo inteiro.

II. É Aquela Que Ama Como Uma Família

Além de um corpo funcional, a igreja é uma casa de amor e pertencimento.

A. A igreja é a família de Deus (1 Timóteo 3:15). Somos irmãos e irmãs em Cristo, filhos do mesmo Pai celestial. Isso implica um laço mais profundo do que qualquer conexão terrena.

B. Devemos aprender a amar uns aos outros como uma família (1 Tessalonicenses 4:9-10; 2 Tessalonicenses 1:3). O amor fraterno não é opcional; é um mandamento e uma marca distintiva do cristianismo. Paulo elogia os tessalonicenses por seu amor crescente, mostrando que é algo que se desenvolve. Em uma família, há aceitação, perdão, apoio e cuidado mútuo.

C. Quanto maior for a igreja, mais difícil será manter um sentido de família. Este é um desafio real para muitas congregações. Mas é um desafio que deve ser superado através de pequenos grupos, de relacionamentos intencionais e de um compromisso consciente de amar e servir uns aos outros.

III. É Aquela Que Adora Como Um Templo

A adoração é o propósito central da existência da igreja e o que faz fortalecer uma igreja.

A. O templo de Deus foi construído como um lugar onde as pessoas pudessem glorificar a Deus. Desde o Tabernáculo no deserto até o Templo de Salomão, o foco era a presença de Deus e a adoração.

B. A igreja é o templo de Deus hoje (1 Coríntios 3:16-17). Nós, como comunidade de crentes, somos o "templo de Deus" onde o Espírito Santo habita. Isso nos confere uma santidade e uma responsabilidade imensas.

C. Nós, como indivíduos, somos sacerdotes que oferecem sacrifícios espirituais (1 Pedro 2:5). Não precisamos de um templo físico ou de sacerdotes levíticos, pois somos um sacerdócio real, chamados a oferecer sacrifícios de louvor, serviço e vidas rendidas.

D. Qual é a qualidade dos sacrifícios espirituais que oferecemos (Malaquias 1:6-8)? Malaquias repreendeu o povo por oferecer a Deus o que era manco, cego ou doente. Isso nos faz perguntar: estamos oferecendo a Deus a nossa melhor adoração, o nosso tempo, os nossos talentos, os nossos recursos, ou apenas as sobras e o que não nos custa nada? Uma igreja forte adora com fervor e excelência.

IV. Uma Igreja Forte É Aquela Que Vive Como Um Reino

A igreja não é apenas um corpo, uma família ou um templo; é uma embaixada do Reino de Deus.

A. Os cristãos são cidadãos do reino de Deus (Colossenses 1:13). Fomos resgatados do domínio das trevas e transportados para o Reino do Filho do Seu amor. Isso nos dá uma nova cidadania e lealdade.

B. Um reino sugere um Rei, ao qual os súditos submetem lealdade e obediência (Mateus 28:19-20). Nosso Rei é Jesus Cristo, e Ele nos deu uma Grande Comissão: ir e fazer discípulos de todas as nações, ensinando-os a guardar tudo o que Ele ordenou. Nossa lealdade é a Ele, e não às filosofias ou culturas do mundo.

C. Devemos ser obedientes e andar dentro das leis que Cristo nos deu (Colossenses 3:16). A Palavra de Cristo deve habitar ricamente em nós, guiando nossas vidas e nos capacitando a viver de acordo com os princípios do Seu Reino. Uma igreja forte é uma igreja obediente e missionária, que envia e vive a realidade do Reino onde quer que esteja.

V. Uma Igreja Forte É Aquela Que É Pura Como Uma Noiva

A pureza da igreja é essencial para sua relação com Cristo.

A. A igreja é retratada como a noiva de Cristo (2 Coríntios 11:1-2; Efésios 5:25-29). Essa é uma imagem íntima e profunda. Cristo amou a igreja e se entregou por ela para santificá-la, purificá-la e apresentá-la a si mesmo "sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível".

B. Como noiva, devemos manter a nossa pureza. Isso significa viver vidas separadas do pecado, evitar o mundanismo e a corrupção, e manter a doutrina pura. A infidelidade espiritual, seja através da idolatria ou da mistura com o mundo, mancha a noiva.

C. Vestimos as roupas nupciais pelas boas obras que praticamos (Apocalipse 19:6-9). As "roupas de linho finíssimo, puro e resplandecente" representam os atos justos dos santos. Uma igreja forte se manifesta através de vidas transformadas que produzem frutos de justiça e santidade, preparando-se para o casamento do Cordeiro.

Fortalecer a Igreja Consolidando o Corpo de Cristo
Veja também
  1. Unidade na Igreja: Pregação sobre Um Chamado à União
  2. Como ser uma Igreja Amada na Plenitude de Cristo
  3. A Igreja Certa: Edificada por Cristo

Conclusão:

Tal é a medida de uma igreja forte. Ela não é definida por métricas humanas, mas pela sua conformidade com a descrição bíblica. A maneira como cada cristão se comporta, a maneira como cada um vive e serve, terá um efeito direto na medida da força desta igreja.
Somos o Corpo, a Família, o Templo, o Reino e a Noiva de Cristo. Que nosso compromisso individual e coletivo nos leve a ser uma igreja cada vez mais forte, que glorifica a Deus em tudo o que faz!
Como você, individualmente, está contribuindo para a força e a vitalidade da nossa igreja?

A Igreja Certa: Edificada por Cristo

 A Igreja Certa

Este Sermão faz Parte da Série de Sermões sobre a Igreja de Cristo.

Deus nos diz qual igreja está certa.

    • Faz alguma diferença de qual igreja somos membros e com a qual trabalhamos? Um é tão bom quanto o outro? Muitos nos dizem hoje: "Junte-se à igreja de sua escolha".

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    • A pergunta que precisamos fazer não é com quais grupos eu quero me reunir, mas sim com quais grupos Deus quer que eu me reúna.

    • Por qual igreja o Filho de Deus morreu?

    • Jesus disse: Eu edificarei a minha igreja. A igreja de Cristo foi construída por Jesus.  Ele não disse que construiria muitas igrejas.

O que procurar na igreja certa?

  • Evangelho Puro Mc 16:15-16; Gl 1:6-9; At 2:36-41
  • Sã doutrina Mt 15:9; At 2:42; 2Tm 4:1-4; 2Jo 9
  • Adoração Espiritual Jo 4:20-24; At 20:7; Co 3:16; 4:2
  • Padrão Congregacional At 14:23; 20:28; 1Tm 3:1-13
  • Amor e Unidade Jo 13:34-35; 17:20-23
  • Justiça, paz e alegria Romanos 14:17-19
  • Humildade, Respeito e Tolerância Filipenses 2:1-4; Efésios 4:1-3

1. A Igreja Certa não é definida pelo seu tamanho

    • Tamanho NÃO é sinal de fidelidade.  Lembra dos 12 espias que foram para Canaã?  A maioria relatou que não conseguiu conquistar o povo da terra.  A maioria estava errada.  Devemos ter cuidado com as maiorias, mesmo (ou talvez especialmente) quando se trata de religião.

    • A conveniência NÃO pode ser usada como fator determinante de onde nos reuniremos para adorar ao Senhor. A conveniência parece ser uma condição importante para muitas pessoas.  Pode ser convenientemente localizado, no entanto, se o grupo estiver ensinando doutrina falsa, não podemos ter comunhão com eles.

2. A Igreja certa não é definida pelo Conforto 

    • Todos nós gostamos de um bom ambiente, assentos confortáveis, etc.

    • Se queremos um lugar confortável, compre uma boa cadeira para colocar na sala de estar.

    • Se queremos um lugar para adorar, encontre uma igreja que ensine e pratique o que a palavra de Deus diz.

    • De muitas maneiras, nos tornamos mimados.

3. A Igreja certa não é definida pela rotina

    • Algumas pessoas frequentam um grupo religioso específico "porque sempre frequentaram", ou "porque era para lá que mamãe e papai iam", etc.

    • Nunca se deve fazer algo simplesmente porque é o que sempre foi feito.

    • Devemos fazer o que é certo, e fazê-lo porque é certo.

    • Só porque fazemos algo há anos não significa que esteja certo.

    • Devemos examinar tudo o que fazemos continuamente.

4. A Igreja certa não é definida pelo pregador 

    • Isso pode ser perigoso!!

    • O apóstolo Pedro alertou sobre mestres que usam palavras rebuscadas e apelam ao homem (2 Pedro 2:18-22).

    • Devemos nos reunir para ouvir a mensagem, NÃO para ouvir o mensageiro!

    • Toda a glória e louvor devem ser dados a Deus.

    • Encontrar a igreja certa é uma questão de vida ou morte (Mateus 16:24-26).

    • A fé sincera não é evidência de salvação, mas sim obediência à perfeita vontade de Deus.

5. A Igreja certa não é aquela que está definida pelas escrituras

    • Tenhamos certeza de que fomos acrescentados à igreja do Senhor, à maneira do Senhor, e que estamos adorando e trabalhando com o povo do Senhor.

    • As Escrituras são a medida.

    • Ela estabelece quais igrejas são de Cristo e quais não são.

    • Tem um relacionamento adequado com Cristo.

  •     Ele é o construtor (Mateus 16:18). E note, Ele construiu apenas um!
  •     Ele é a cabeça (Colossenses 1:18).
  •     Suas doutrinas devem ser ensinadas e praticadas (Mateus 15:8).
  •     Ele a comprou (Atos 20:28).
  •     A propriedade é Dele, portanto TODA a glória vai para Ele.

    • A igreja do Senhor foi estabelecida em Jerusalém, no primeiro Pentecostes após a ressurreição (Atos 2).

    • Isso estava de acordo com a Profecia.

    • Se uma igreja (religião) reivindica algum outro começo, esse começo não é Dele.

    • Observe que, em termos de membresia, Deus acrescentou à igreja; o homem não se juntou a ela, nem foi eleito. versículo 47. As escrituras são base para:

  • missão da igreja contemporânea
  • fundamentos teológicos do ministério
  • governança eclesiástica

6. A Igreja certa é definida pela Adoração de acordo com o padrão do Novo Testamento.

    • Ceia do Senhor (Atos 20:7)

    • Oferta voluntária no dia do Senhor, não dízimo (2 Coríntios 9:6-7)

    • A música (Efésios 5:19; Colossenses 3:16; 1 Coríntios 14:15)

    • A oração é feita a Deus (Mateus 6:9-13; Atos 7:59), não aos "santos".

    • A palavra de Deus é ensinada (Atos 2:42), não doutrinas de homens/credos (Gálatas 1:6-9)

Ensina o mesmo plano para salvar o homem que a igreja primitiva (Novo Testamento) ensinou.

  •     Fé (Hebreus 11:6; Romanos 10:17), um bom começo, mas não pode parar por aí!
  •     Arrependimento (Atos 3:19; 17:30-31), afastamento dos pecados (Romanos 6:1-2).
  •     Confissão de Cristo (Mateus 10:32-33; Romanos 10:10)
  •     Batismo para remissão de pecados (Marcos 16:16; Atos 2:38; 1 Pedro 3:21)
  •     Viva fielmente (Apocalipse 2:10; 1 Coríntios 10:12) Não recue!!!

7. A Igreja certa é a igreja de Cristo

    • A igreja do Senhor leva o nome que o Senhor lhe deu (1 Coríntios 1:2; Romanos 16:16): igreja de Cristo.

    • Os membros são cristãos, nada mais (Atos 11:26; 26:28; 1 ​​Pedro 4:16)

​ Uma reunião na igreja evangélica bem-sucedida

        ◦ Propósito

            ▪ Salvar perdido: Estrangeiro e cristão errante (Mt. 28:19-20; Tg. 5:19-20)
            ▪ Edificar a igreja: alimentar, fortalecer, encorajar (Atos 14:22; 20:32; 1 Tessalonicenses 5:11)
            ▪ Honrar e glorificar a Deus (Efésios 3:21)

        ◦ Preparação (Col. 3:23-24)

            ▪ Exortar outros membros (Heb. 3:15)
            ▪ Uma Grande Obra a ser feita (Ne 6:3)

Reunião da igreja Evangélica?

    • Para Ensinar a Verdade – João 8:32
    • Corrigir Idéias Falsas e Mal-entendidos – 2 Tm.4:1-5
    • Para salvar os perdidos - Mateus 16:26
    • Para Edificar, Construir e Fortalecer a Igreja – Ef.4:12

Pregação sobre a Igreja de Cristo: estudo  sobre sua natureza

Conclusão

    • Para Deus, faz diferença qual igreja você frequenta.  Você deve comparecer pelos motivos certos. Todos os motivos errados listados são porque as pessoas querem que seja assim.  Mas Deus quer que façamos o que é certo.

    • Encontre a igreja que segue o padrão de adoração do Novo Testamento.

Resumo Homilético 

  • Desafio Ministerial: Aplicando a Verdade sobre a Igreja. 
  • Reavalie sua visão de igreja: Você a enxerga como instituição ou como organismo espiritual vivo?
  • Fortaleça a doutrina local: Invista em ensino bíblico sólido sobre eclesiologia na sua comunidade.
  • Ative a missão: Desenvolva estratégias práticas para tornar sua igreja mais evangelística e discipuladora.

 
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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha vida eterna João 3:16