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A Vida de Ló: Estudo Bíblico de Gênesis 11-19

 Estudo Bíblico sobre A Vida de Ló Gênesis 11-19

Este Estudo Bíblico apresenta A vida de Ló, sobrinho de Abraão, é uma narrativa instrutiva encontrada no livro de Gênesis. Sua história é um poderoso lembrete de como as escolhas que fazemos, mesmo as aparentemente pequenas, podem ter vastas consequências em nossas vidas e na vida de nossos entes queridos. Acompanharemos Ló desde sua associação com o patriarca Abraão até suas decisões que o levaram para Sodoma e as tragédias que se seguiram.

I. Ló e Abraão: Uma Jornada Compartilhada (Gênesis 11:27 - 13:13)

Ló era filho de Harã, irmão de Abraão, o que o tornava sobrinho do grande patriarca. Ele esteve ao lado de Abraão desde o início da jornada da fé.

Companheiro de Viagem (Gênesis 11:27, 31): Ló se uniu a seu avô Terá e a seu tio Abraão (então Abrão) em sua partida de Ur dos Caldeus, rumo à terra de Canaã. Ele foi com Abraão para Harã e, após a morte de Terá, continuou a jornada com Abraão para Canaã, conforme a chamada de Deus (Gênesis 12:4-5).

Prosperidade e Conflito (Gênesis 13:1-7): Tanto Abraão quanto Ló prosperaram grandemente com rebanhos, gado e tendas. Contudo, essa prosperidade gerou conflito entre os pastores de ambos, pois a terra não era suficiente para sustentá-los juntos.

A Escolha da Terra (Gênesis 13:8-13): Abraão, buscando a paz, deu a Ló a primeira escolha da terra. Ló levantou os olhos e viu que toda a planície do Jordão, até Zoar, era bem regada, "como o jardim do Senhor, como a terra do Egito" (v. 10).

Ló escolheu a região da planície do Jordão, movendo-se para o leste, e armou suas tendas "até Sodoma".

Ponto de Reflexão: A escolha de Ló foi baseada na aparência e no benefício material imediato, sem considerar a moralidade do lugar. O texto nos adverte que "os homens de Sodoma eram maus e pecadores em extremo contra o Senhor" (v. 13). Essa escolha inicial, baseada em conveniência e não em discernimento espiritual, seria o divisor de águas na vida de Ló.

II. Ló em Sodoma: Compromisso e Perigo (Gênesis 14:1-12; 18:20-22; 19:1)

A vida de Ló em Sodoma ilustra os perigos de se viver em um ambiente de pecado e de se comprometer com ele.

Cativeiro e Resgate (Gênesis 14:1-16): Quando os reis da Mesopotâmia atacaram a planície, Sodoma e Gomorra foram derrotadas, e Ló e seus bens foram levados cativos. Abraão, ao saber disso, reuniu seus homens e resgatou Ló, mostrando sua lealdade familiar mesmo após a separação.

Uma Testemunha Relutante (Gênesis 18:20-22): Anos depois, Deus revela a Abraão Sua intenção de destruir Sodoma e Gomorra por causa da gravidade de seu pecado. Embora Ló não seja mencionado diretamente na conversa de Abraão com Deus sobre a cidade (intercedendo por justos), sua presença lá é o motivo pelo qual Deus enviaria anjos para salvá-lo.

Vivendo no Meio da Imoralidade (Gênesis 19:1): Apesar de todos os avisos e do resgate anterior, Ló ainda "estava sentado à porta de Sodoma". Isso sugere que ele havia se integrado à vida da cidade, talvez até exercendo alguma forma de autoridade ou influência ali. Isso contrasta com o julgamento de 2 Pedro 2:7-8, que o descreve como "justo" e "oprimido pelo procedimento libertino dos iníquos", sofrendo por ver as iniquidades ao seu redor.

Ponto de Reflexão: Ló estava fisicamente em Sodoma, mas talvez seu coração ainda resistisse à sua perversidade. No entanto, sua presença prolongada e o compromisso tácito com o ambiente revelam uma falta de separação que traria sérias consequências.

III. A Fuga de Sodoma: A Misericórdia Divina e a Perda (Gênesis 19:1-26)

O clímax da história de Ló é a destruição de Sodoma e sua fuga milagrosa.

A Chegada dos Anjos (Gênesis 19:1-3): Dois anjos chegam a Sodoma, e Ló os recebe com hospitalidade, insistindo para que pernoitassem em sua casa. Isso demonstra um traço de bondade em Ló, mesmo em meio à cidade corrupta.

A Perversidade de Sodoma (Gênesis 19:4-9): Os homens de Sodoma cercaram a casa de Ló, exigindo que os visitantes fossem entregues para que abusassem deles. A proposta de Ló de entregar suas filhas aos homens revela o nível extremo de depravação da cidade e, ao mesmo tempo, o desespero e a moralidade distorcida de Ló, que priorizava a proteção de seus convidados acima de suas próprias filhas.

O Resgate Pela Graça (Gênesis 19:10-16): Os anjos cegaram os homens de Sodoma e apressaram Ló e sua família a fugir. Eles insistiram, pois Ló "demorava-se". A saída deles não foi por mérito de Ló, mas pela misericórdia do Senhor.

A Ordem Clara e a Desobediência da Esposa (Gênesis 19:17, 26): Os anjos deram uma ordem explícita: "Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças."

No entanto, a esposa de Ló "olhou para trás de si e ficou convertida numa estátua de sal". Ela perdeu sua vida porque seu coração estava apegado ao que havia deixado para trás.

Ponto de Reflexão: A salvação de Ló foi um ato de pura graça divina. A desobediência de sua esposa é um alerta atemporal sobre o perigo de se apegar ao mundo e às coisas que Deus condena. (Jesus nos adverte: "Lembrai-vos da mulher de Ló" – Lucas 17:32).

IV. A Tragédia Pós-Fuga: Consequências Amargas (Gênesis 19:30-38)

Mesmo após ser salvo, a história de Ló não termina bem, revelando as profundas cicatrizes de suas escolhas e o ambiente de Sodoma.

A Vida na Caverna (Gênesis 19:30): Ló, com suas duas filhas, não conseguiu ir para a montanha ou para Zoar (que ele temia). Eles foram viver em uma caverna.

O Incesto e as Origens de Moabe e Amom (Gênesis 19:31-38): As filhas de Ló, temendo que não teriam descendência, embriagaram o pai e se deitaram com ele, uma após a outra. Desses atos incestuosos nasceram Moabe e Ben-Ami, que se tornaram os pais dos moabitas e dos amonitas, povos que seriam inimigos constantes de Israel.

Ponto de Reflexão: Este é um final trágico para Ló. As ações de suas filhas, embora resultantes de um medo real de ficar sem descendência, refletem uma moralidade deturpada que provavelmente foi influenciada pelo ambiente perverso de Sodoma. A história de Ló é um lembrete vívido de que as escolhas de viver em compromisso com o pecado podem ter consequências devastadoras e duradouras para nós e para as futuras gerações.

Resumindo Principais fatos de Vida de Ló (Gênesis 11-19)

1. Quem foi Ló?
Esta é a genealogia de Tera: Tera gerou Abraão, Naor e Harã. Haran gerou Ló (Gn. 11,27). Terah levou seu filho Abrão e seu neto Ló ... eles saíram com eles de Ur do Caldeus (Gn 11.31).

2. Que relacionamento Ló teve com Abrão?
Agora o Senhor disse a Abrão: saia do seu país, da sua parentela e da sua casa do pai (Gn 12: 1). Ló também, que foi com Abrão (Gn 13: 5).

3. Que problema causou uma separação entre os dois?
Houve conflito entre os pastores de gado Abraão e os pastores de Abraão gado e os pastores do gado de Ló (Gn 13: 7).

4. Como Abrão resolveu o problema?
Abrão disse a Ló: Por favor, permita que não haja conflito ... por favor, separe-se de mim. Se você pegar a esquerda, então irei para a direita; ou se você for para a direita, eu irei para a esquerda (Gn 13: 9).

5. Com base em que Ló escolheu?
O método de Lo para escolher onde morar. Ele olhou o terreno e vi que a área era fértil para plantações, bom para o seu gado, e havia cidades próximas. Então Ló escolheu o que parecia bom aos seus olhos, e "armou suas tendas perto de Sodoma".

6. Qual foi o primeiro passo da queda de Ló?
Ló escolheu se estabelecer bem no meio da maldade! Foi onde ele escolheu fazer sua casa e constituir sua família. Pareceu a Lo que este lugar tinha tudo que ele precisava - bom solo, ótima vida condições, cultura. 

8. O que aconteceu com Ló em Sodoma?
Viver em Sodoma foi uma dor e uma tortura para o coração de Ló. Lo  ficou enojado com isso. Ele estava angustiado por isso, mas ele não fez nada sobre isso. Ló provou  das coisas boas de Deus para nunca estar satisfeito com as coisas obscenas e lascivas de Sodoma. No entanto, ele ainda aceita. Ele não tem paz de coração? Ele não tem alegria no Senhor? 

10. Que crise Ló enfrentou?
Dois anjos vieram a Sodoma à noite, e Ló estava sentado no portão (Gn 19: 1).
Os homens de Sodoma, velhos e jovens, cercaram a casa. E eles chamaram a Ló... onde estão os homens (anjos) ...? Traga-os para fora para que possamos conhecê-los carnalmente (Gen.19: 4, 5).

11. Como Ló queria resolver a crise?
Ló ... disse: Por favor, meus irmãos, não façam isso perversamente! Veja agora, eu tenho duas filhas,  por favor, deixe-me trazê-los para você, e vocês podem fazer com eles como quiser (Gn 13: 7, 8)

12. O que aconteceu com a esposa de Lo?
Eles (os anjos) disseram:  Não olhe para trás...mas ela olhou e virou uma estátua de Sal (Gn 13:17). Portanto, temos que ter cuidado para não ser como  esposa de Ló, perdendo nossas bênçãos dadas por Deus que devemos compartilhar com outras pessoas ao nosso redor por causa de nosso egoísmo e desobediência

A Vida de Ló: Estudo Bíblico de Gênesis 11-19
Veja também

V. Conclusão e Aplicação Para Nossas Vidas

A vida de Ló é uma parábola sombria, mas profundamente instrutiva:

Cuidado com as Escolhas: A primeira escolha de Ló, baseada apenas na aparência, o levou para um caminho de compromisso com o pecado. Devemos buscar o discernimento de Deus em todas as nossas decisões, priorizando o que é espiritualmente saudável em vez do que é materialmente vantajoso.

O Perigo do Compromisso com o Mundo: Viver em um ambiente de pecado, mesmo que sem participar plenamente dele, pode nos corromper e nos tornar vulneráveis às suas influências. É um lembrete para não nos conformarmos com este mundo (Romanos 12:2).

A Graça de Deus em Meio à Fraqueza: Apesar das falhas de Ló, Deus o salvou por causa de Abraão (Gênesis 19:29). Isso demonstra a graça e a misericórdia de Deus para com Seus servos, mesmo quando eles falham.

Não Olhe Para Trás: Como a mulher de Ló, somos advertidos a não nos apegarmos ao que o mundo oferece. Nosso foco deve ser o Reino de Deus.

Qual a "Sodoma" em sua vida ou em suas escolhas que você precisa avaliar e da qual precisa se afastar para viver plenamente a vontade de Deus?

Pregação sobre Armadura de Deus: A Força Inabalável Efésios 6:10-13

 Pregação sobre Armadura de Deus: A Força Inabalável Efésios 6:10-13

Este sermão apresenta a  armadura pertence a Deus. Ao escrever sua carta aos Efésios, o apóstolo Paulo nos lembra de que, como povo de Deus, somos chamados a ser radicalmente diferentes do mundo. Diante das aflições, tribulações e lutas diárias, precisamos buscar força e coragem não em nós mesmos, mas em Cristo. É uma armadura invisível, mas é real porque é espiritual

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Texto Base: Efésios 6:10-18

Introdução: A Panóplia de Deus: Força, Coragem e Vitória no Conflito Espiritual


Para que tenhamos a ousadia necessária para liderar as mudanças em nossas vidas e vencer o sistema mundano, Deus nos disponibiliza uma proteção extraordinária. No grego original, a expressão para "toda a armadura" é Panóplia (panoplia, derivada de pas = tudo/cada + hoplon = arma/instrumento). Trata-se do conjunto completo de armas ofensivas e defensivas de um soldado de infantaria pesada.

O Soldado Romano
    • Presente no império (1 Cor. 9:7)
    • Conhecido pessoalmente por Paulo (Atos 28:16)
    • Usado para nos ensinar lições sobre como lutar contra o diabo (Ef. 6:10-18)
O cristão é um soldado
    • 1. “Soldado” (Filipenses 2:25; 2 Timóteo 2:3-4; Filipenses 2)
    • 2. “Lute” (1 Timóteo 6:12; 2 Timóteo 4:7)
    • 3. “Guerra” e “guerra” (1 Timóteo 1:18)
    • 4. “Armas” (2 Cor. 10:3-4)
    • 5. “Armadura” (Rm 13:12; 2 Co 6:7; Ef 6:11, 13)
Toda a armadura de Deus
    • A força vem de estar “no Senhor” e “no seu poder” (v. 10)
    • A batalha é de natureza espiritual (v. 11-12)
    • O dia é mau (v. 13)
    • Uma posição pode ser tomada (v. 11, 13, 14)
Toda a armadura de Deus
    • A armadura centra-se na palavra de Deus, não no social ou recreativo (v. 14-17)
    • A armadura é defensiva/protetora (cinto, couraça, escudo, capacete) e ofensiva/mortal (sapatos, espada)

Paulo conhecia muito bem essa armadura. Ele passou cerca de três anos acorrentado a soldados romanos durante sua prisão domiciliar. Inspirado pelo equipamento militar que via diariamente, o apóstolo detalha a armadura espiritual providenciada para a nossa vitória. Hoje, aprenderemos sobre a realidade do nosso combate e como nos revestir dessa proteção divina.

I. A Realidade do Conflito nos Lugares Celestiais

A nossa luta não é contra seres de carne e sangue, mas contra um exército espiritual organizado. Para enfrentá-lo, o comando do Senhor é claro:

"Finalmente, meus irmãos, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus..." (Efésios 6:10-11a)

A Natureza do Inimigo: Paulo nos alerta que estamos em um conflito inevitável contra o diabo, um adversário extremamente astuto que lidera forças de espíritos rebeldes — seres sem corpos — estruturados em diferentes níveis de autoridade (Efésios 6:11-12).

A Autoridade de Satanás: Fora de Cristo, há um sistema de trevas celestial que busca dominar este mundo. Satanás exerce autoridade legítima sobre todos os que vivem na desobediência (Efésios 2:2). Ele domina um reino unificado que opera em dois níveis: nos céus, governa os anjos rebeldes; na terra, age como "Belzebu" (o senhor das moscas), reinando sobre os demônios (Mateus 12:24-28). No entanto, pela intervenção de Deus, fomos libertos dessas garras e transferidos para o Reino de Cristo (Colossenses 1:12-13).

A Estrutura dos Céus: A Bíblia revela a existência de múltiplos céus (Efésios 4:10; 2 Coríntios 12:2). O "primeiro" céu é a atmosfera visível; o "terceiro" céu é o trono e a morada de Deus; e a região intermediária, os chamados "lugares celestiais" (Efésios 6:12), serve de palco para as oposições espirituais.

O Exemplo de Daniel: Vemos essa realidade em Daniel 10:2-3, 12-13, onde um anjo enviado por Deus levou três semanas para entregar uma mensagem na terra porque enfrentou forte oposição de príncipes espirituais rebeldes. A oração persistente de Daniel na terra foi o que iniciou a ação no céu e ajudou o mensageiro de Deus a passar.

O Campo de Batalha: Embora a guerra seja espiritual, o campo de batalha principal onde as fortalezas de Satanás se levantam é a mente humana. É por isso que Deus nos deu armas espirituais capazes de destruir sofismas e resgatar os pensamentos para a obediência a Cristo (2 Coríntios 10:3-5).

II. A Armadura Defensiva: Protegendo a Mente e o Coração

Sabendo que não venceremos esta batalha sozinhos, precisamos tomar toda a panóplia de Deus (Efésios 6:13). Paulo descreve as peças que blindam a nossa vida:

O Cinto da Verdade (Efésios 6:14a): O cinto dava sustentação ao soldado. Espiritualmente, vestir o cinto significa livrar-se de toda hipocrisia e mentira religiosa, vivendo de forma totalmente honesta diante de Deus e dos irmãos.

A Couraça da Justiça (Efésios 6:14b): A couraça protege o peito e o coração (Provérbios 4:23). Ela representa a fé e o amor (1 Tessalonicenses 5:8; Romanos 10:10). Não podemos estar corretos na prática antes de estarmos alinhados com a verdade de Deus. Essa justiça nos é imputada pela fé, assim como aconteceu com Abel, que ofereceu a Deus um sacrifício mais excelente que Caim (Hebreus 11:4).

Os Sapatos da Preparação do Evangelho da Paz (Efésios 6:15): Exigem de nós uma dupla prontidão. Intelectualmente, requer o entendimento claro do Evangelho; espiritualmente, exige que a paz de Deus guie firmemente os nossos passos.

O Escudo da Fé (Efésios 6:16): Acima de tudo, devemos empunhar o escudo da fé para apagar todos os dardos inflamados do maligno (dúvidas, medos e acusações). Quem não tem fé não alcança as promessas eternas. É preciso crer como Abraão, que obedeceu ao chamado de Deus e partiu para uma terra estrangeira sem saber para onde ia (Hebreus 11:8-10). Para viver as promessas, precisamos da coragem de Abraão: a coragem de nos reconhecermos imperfeitos enquanto buscamos a perfeição em Cristo. Afinal, "sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam" (Hebreus 11:6).

O Capacete da Salvação (Efésios 6:17a): O capacete protege a mente contra o "espírito de tristeza" e os pensamentos de derrota. Ele representa a nossa firme esperança da salvação (1 Tessalonicenses 5:8; Romanos 8:24; Colossenses 1:27; Hebreus 6:17-20). Onde não há essa esperança, o ser humano vive desamparado (Efésios 2:12).

III. As Armas Ofensivas: A Palavra e a Oração

Deus não nos chamou apenas para resistir passivamente, mas para avançar e fazer o inimigo recuar.

1. A Espada do Espírito: A Palavra de Deus

O apóstolo nos instrui a tomar "a espada do Espírito, que é a palavra de Deus" (Efésios 6:17b).

O Poder da Palavra Declarada (Rhema): No grego, a palavra usada aqui não é logos (a totalidade da revelação divina), mas rhema (a palavra falada, específica para o momento do combate). Devemos proclamar pessoalmente a Palavra de Deus com fé ativa, exatamente como Jesus fez ao enfrentar as tentações no deserto.

O Perigo da Ignorância: O profeta Oséias nos adverte: "O meu povo é destruído por falta de conhecimento" (Oséias 4:6). A falta de intimidade com as Escrituras nos deixa vulneráveis. Aquele que afirma conhecer a Deus, mas não obedece aos Seus mandamentos, vive em contradição (1 João 2:4). A obediência é a prova máxima de nosso amor a Cristo (João 14:15).

Palavras que produzem Vida: As palavras de Jesus são espírito e vida (João 6:63). Elas foram transmitidas oralmente e registradas por escrito para que crêssemos (João 17:20; 1 Tessalonicenses 2:13; 1 Coríntios 14:37). Devemos buscar a autoridade máxima de Deus na palavra escrita e final contida nas Escrituras, rejeitando qualquer outra doutrina que tente acrescentar ou diminuir da revelação de Cristo (2 Tessalonicenses 2:15; Gálatas 1:6-9; 2 Timóteo 3:16-17; 2 João 9-11; Apocalipse 22:18-19).

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2. O Combustível da Armadura: A Oração no Espírito

A panóplia de Deus não funciona sem uma vida dedicada à oração:

"Orando sempre com toda oração e súplica no Espírito, vigiando para isso com toda perseverança e súplica por todos os santos..." (Efésios 6:18)

A Fonte da Nossa Força: A oração é o reconhecimento prático de que a nossa força vem de Deus. Quando oramos com fé, Ele nos fortalece no homem interior. Como diz o salmista: "No dia em que clamei, tu me respondeste; deste-me força e coragem no meu íntimo" (Salmos 138:3).

Derrotando o Adversário de Joelhos: Como vencemos Satanás? Tiago nos dá a resposta prática: "A oração de um justo é poderosa e eficaz" (Tiago 5:16).

Oração Confidente: Podemos nos aproximar de Deus com total confiança porque Jesus suportou tentações que sequer conseguimos imaginar, o que O torna perfeitamente capaz de nos estender misericórdia, perdão e socorro em nossas fraquezas. Se Ele conhece perfeitamente a nossa dor, a nossa resposta deve ser uma busca diária por Sua presença. Dedicar pelo menos quinze minutos por dia em oração sincera a Deus é o ponto de partida para manter nossa armadura firme e ajustada.

Pregação sobre Armadura de Deus: A Força Inabalável Efésios 6:10-13



Leia também

  1. Pregação sobre Ana e Penina: Confiando na Promessa 1 Samuel 1:2-21
  2. Pregação sobre a Filha de Jairo Marcos 5:22-42
  3. Pregação sobre Josafá: A Batalha é do Senhor 2 Crônicas 20:1-30
  4. Pregações Evangélicas: Esboços de Sermões Prontos e Edificantes

Conclusão:

Toda a armadura de Deus

  • Despojem-se do diabo antes de se revestirem de Deus (Rm 13:12)
  • O ponto de ataque (campo de batalha) é a mente (2 Cor. 10:3-6)
  • Vista a armadura de Deus todos os dias (Ef. 6:10-18)
  • Lembre-se, você tem “companheiros de batalha” na batalha (Ef. 2:25; Filemom 2)
  • Não se deixe envolver pelo mundo (2 Timóteo 2:3-4)
  • Lembre-se, a luta é uma “boa luta” (1 Timóteo 6:12; 2 Timóteo 4:7) e a guerra é uma “boa guerra” (1 Timóteo 1:18).
  • Agora é o dia da salvação (2 Cor. 6:2)!
A armadura de Deus não é apenas uma metáfora bonita, mas uma estratégia divinamente projetada para nossa proteção e vitória nas batalhas espirituais. Que possamos ser diligentes ao vesti-la diariamente, lembrando-nos de que nossa força não está em nós mesmos, mas no poder de Deus. Que, ao enfrentarmos desafios, possamos permanecer inabaláveis, revestidos pela armadura que Ele nos providenciou. 

A batalha espiritual é real e o campo de batalha é a sua mente. Satanás tentará lançar dardos inflamados de medo, dúvida e desespero para paralisar a sua vida. Mas você não precisa e não deve lutar sozinho.

Assim como o jovem Davi enfrentou e venceu o gigante Golias porque confiou no poder do Senhor dos Exércitos, nós também fomos chamados a entrar nessa peleja com coragem. Vista o cinto da verdade, ajuste a couraça da justiça, calce a preparação do Evangelho, empunhe o escudo da fé, coloque o capacete da salvação e manuseie com precisão a espada da Palavra de Deus.

Alimente essa armadura diariamente por meio de uma vida perseverante de oração e súplica no Espírito Santo. Que o Deus de toda a força revista você de poder para resistir nos dias maus e permanecer inabalável diante de qualquer oposição

Batalha Espiritual: Como Marchar para a Vitória? (Sermão Homilético)

Pregação sobre Batalha Espiritual: Marchando para a Vitória

O que é Batalha Espiritual? Para Paul Cook Em geral, a guerra espiritual é o conflito entre o bem e o mal. É a batalha em andamento entre dois reinos diametralmente opostos: o reino de Deus (bom) e o de Satanás, reino (mal). Embora seja inerentemente um conflito espiritual, a guerra espiritual também manifesta-se no reino natural da carne e do sangue. Os seres humanos são apanhados no meio deste conflito e pode participar da luta de ambos os lados.

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Introdução: Batalha Espiritual Diária

Este sermão aborda a realidade da batalha espiritual que enfrentamos diariamente. A Palavra de Deus nos alerta sobre a existência desse conflito, e é crucial compreendermos não apenas a natureza da batalha, mas também as armas e estratégias disponíveis para alcançar a vitória em Cristo. Vamos explorar juntos as verdades poderosas contidas em Efésios 6 e outras passagens relacionadas.

O termo "guerra espiritual" refere-se à batalha em andamento, conflito,luta ou guerra entre Deus e Satanás que continuará até que Cristo destrua o diabo e seus demônios, estabelecendo Seu reino na terra (Ap 20: 7-10), terminando para sempre o reinado do “príncipe deste mundo ”(João 12:31; 14:30; 16:11).

Onde é travada a Batalha Espiritual?

Esta guerra é diferente de outras guerras porque esta guerra é travada em um lugar que nunca vimos. A guerra espiritual é o conflito travado no reino invisível e espiritual, mas simultaneamente desenvolvido no reino físico visível

Nas literaturas neotestamenetária todo o Universo é observado como dividido entre dois reinos: O de Cristo e o do diabo. Enquanto Jesus se vê como o responsável em destruir o reino do mal (diabo), Satãtenta de todos os modos impedir que o reino do Cristo seja expandido. Assim, o diabo conta com seus auxiliadores (demônios) que têm como tarefa fazer os homens rejeitarem a Jesus e os afligir com sofrimentos físicos (1)

A. Armas secretas de Deus para batalha espiritual (Pastor Craig Ledbetter)

A lista completa de armas inclui:
1. Justiça pessoal - Peitoral Espiritual (Dan 10:11; Ef 6:14)
2. Oração - Reforços Espirituais (Dan 10:12; Cf Sl 66: 18,19)
3. Jejum - Ativação Espiritual (Dan 10: 3)
4. Castigo - Limpeza Espiritual (Dan 10:12; 1Cor 11: 30-32)
5. Humildade - Abertura Espiritual (Dan 10: 15-19; 1 Pedro 5: 5)
6. Bondade - ataque espiritual (Rm 12:21, 17-20)
7. Compromisso - Paciência - Fé - Sinal Espiritual a Deus (2 Tim 2: 3,4)
8. A Palavra de Deus - Espada Espiritual (Ef 6:17; Mt 4: 4)
9. O Sangue de Jesus Cristo - Cobertor Espiritual (Hb 9: 12-14)
10. O Povo de Deus - Exército Espiritual (Hb 11: 24,25)

B. As armas para Batalha Espiritual de Paulo

Segundo Craig Keener Além das armas de 2 Coríntios 10: 4 Paulo provavelmente menciona "armadura" espiritual em Romanos 13:12, e possivelmente Romanos 6:13 e 2 Coríntios 6: 7 (o termo grego em todos esses casos pode também ser usado em um sentido não militar). 

O desenvolvimento mais extenso de Paulo da imagem, no entanto, vem em 1 Tessalonicenses 5: 6-8 e Efésios 6: 10-20.Comparando as listas em 1 Tessalonicenses 5: 8 e Efésios 6: 14-17, vemos que elementos da armadura do crente podem ser intercambiáveis ​​de uma carta para outra. Ou seja, Paulo baseia-se nos itens particulares da família e Equipamento do soldado romano para não emparelhar conceitos espirituais com esses itens numa correspondência individual, mas para ilustrar que precisamos ser espirituais equipados periodicamente.

 A salvação ou a esperança da salvação é um capacete nos dois casos, mas Paulo tem couraça da fé e do amor em um caso, com uma couraça de justiça e escudo de fé no outro.

Devemos notar que suas imagens de guerra espiritual não envolvem fórmulas ou técnicas secretas, mas salvação, fé, amor, retidão. Sem ter que descartar os elementos “místicos” que alguns veem em como em 2 Reis 6:17, as imagens de Paulo da guerra espiritual tendem a ser mais práticos do que alguns imaginam. A maioria envolve armaduras protetoras, e somos protegidos por nosso relacionamento correto com Deus e uns com os outros.

As armas de nossa guerra (* Ef 6: 10-20; II Cor 10: 3-4; II Cor 4:13)

  • Cinto da Verdade (* Ef 6:14; Jo 14: 6; Jo 8:44)
  • Peitoral da Justiça (* Ef 6:14; Ef 3:17; Col.1: 27; * II Cor 5:21; Isa 64: 6; Ap 19: 8;)
  • Pés calçados com a preparação do Evangelho da paz (* Ef6:15; Rm 10:15; Ap 3: 7; Salmo 37:23)
  • Escudo da Fé (* Ef 6:16; 1 Jo 5: 4; Sl 28: 7; Ef 3:17)
  • Capacete da Salvação (* Ef 6:17; * II Cor 10: 4-5; * I Sam 30: 1-8; Ef 4:27; * Filip 4: 6-9; II Tim 1: 7)
  • Espada do Espírito (* Ef 6: 17; * Pro 18:21; Pro 4: 20-22; Lc6: 45; * Mat 4: 1-11; * Ap 19: 14-15)

O diabo tem muitos aliados que também são nossos inimigos e não são seres humanos de carne e sangue. Nossos principais oponentes são espirituais e sobrenaturais. Paulo usou vários termos para descrever esses inimigos espirituais.

Paulo mencionou essas mesmas entidades em Efésios 1:21 ao descrever a supremacia de Cristo sobre todos esses poderes.Os poderes cósmicos sobre esta escuridão atual se referem àqueles poderes espirituais malignos (demoníacos) na rebelião contra Deus que tem autoridade no mundo.

A frase forças espirituais do mal nos lugares celestiais é uma descrição ampla e geral de todos os seres espirituais malignos e se relaciona com o comentário de Paulo em Efésios 2: 2 descrevendo o diabo como o "príncipe do poder do ar"

1. A Realidade da Batalha Espiritual (Efésios 6:12):

Efésios 6:12 declara: "Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais." Esta passagem nos lembra que nossa batalha não é física, mas espiritual, e enfrentamos inimigos invisíveis que buscam minar nossa fé e separar-nos de Deus.

2. A Armadura de Deus (Efésios 6:13-18):

Diante dessa realidade, somos instruídos a vestir a "armadura de Deus" conforme descrito em Efésios 6:13-18. Cada peça dessa armadura - o cinto da verdade, a couraça da justiça, as sandálias do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito - é essencial para resistirmos aos ataques do inimigo.

3. A Importância da Oração na Batalha Espiritual (Efésios 6:18):

Efésios 6:18 destaca a importância da oração: "Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos." A oração é uma arma poderosa que nos conecta ao coração de Deus e nos capacita a enfrentar os desafios espirituais com força divina.

4. Identificando as Táticas do Inimigo (1 Pedro 5:8):

1 Pedro 5:8 adverte: "Sede sóbrios e vigiai. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar." Conhecer as táticas do inimigo é crucial. Ele busca nos distrair, desencorajar e nos afastar da fé. Ficar sóbrio e vigilante nos protege desses ataques.

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5. A Proteção da Fé na Batalha Espiritual (Efésios 6:16):

Efésios 6:16 destaca a proteção da fé: "Tomai sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno." A fé é nossa defesa contra os ataques do inimigo. Manter os olhos fixos em Deus e confiar em Suas promessas fortalece nossa resistência espiritual.

6. A Palavra de Deus como Espada do Espírito (Efésios 6:17):

A espada do Espírito, mencionada em Efésios 6:17, é a Palavra de Deus. Jesus usou a Palavra para resistir às tentações de Satanás, e podemos fazer o mesmo. Meditar nas Escrituras e aplicá-las em nossas vidas é uma estratégia poderosa na batalha espiritual.

7. A Importância da Renúncia ao Pecado (Tiago 4:7):

Tiago 4:7 nos lembra da importância da renúncia ao pecado: "Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós." Renunciar ao pecado é uma escolha consciente de nos submetermos a Deus e resistir ao inimigo.

8. A Necessidade da Comunhão com Deus (Tiago 4:8):

Em continuidade, Tiago 4:8 destaca a necessidade da comunhão com Deus: "Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração." Uma comunhão íntima com Deus fortalece nossa resistência espiritual.

9. A Vitória em Cristo (Romanos 8:37):

Romanos 8:37 proclama: "Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou." Em Cristo, somos mais do que vencedores. Nossa vitória não está baseada em nossos esforços, mas na obra consumada de Jesus na cruz.

10. O Poder do Sangue de Jesus na Batalha Espiritual (Apocalipse 12:11):

Finalmente, Apocalipse 12:11 destaca o poder do sangue de Jesus: "Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida." O sangue de Jesus é nossa garantia de vitória na batalha espiritual.

Batalha Espiritual: Como Marchar para a Vitória? (Sermão Homilético)


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Conclusão:

A batalha espiritual é uma realidade que não podemos ignorar. No entanto, em Cristo, temos todas as armas necessárias para enfrentar o inimigo e marchar para a vitória. Que possamos permanecer revestidos da armadura de Deus, firmes na fé, comprometidos na oração e confiantes na vitória que temos em Jesus Cristo.

Que o Senhor nos capacite a enfrentar cada batalha espiritual com coragem e confiança, sabendo que Ele é conosco e que em Cristo somos mais que vencedores. 

Grande Comissão: 3 Sermões Impactantes sobre Mateus 28:19-20

 Ide e Fazei Discípulos: 3 Sermões Impactantes sobre Mateus 28:19-20 - A Grande Comissão

Nesta postagens trouxemos três sermões sobre a Grande Comissão. Pregação sobre Mateus 28:19 para pastores e líderes pregarem em suas igrejas com a temática voltada para missões.Como Professor de Homilética e formador de líderes cristãos, tenho desenvolvido estruturas expositivas voltadas à comunicação fiel da missão da Igreja.  A missão da Igreja não é um mistério, nem uma sugestão; é um comando imperativo do nosso Senhor ressuscitado. No encerramento do Evangelho de Mateus, Jesus estabelece o que Robert Coleman chama de "O Plano Mestre de Evangelismo". Ele nos ordena:

"Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei." (Mateus 28:19-20)

Hoje, vamos mergulhar no significado profundo dessa Grande Comissão, analisando o que significa realmente "ir", "fazer discípulos" e "ensinar", e por que essa tarefa é a mais urgente da história humana.

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SERMÃO 01: O Plano Mestre: Ide e Fazei Discípulos

I. O Significado do "Ide" (Poreuomai)

A palavra grega para "ir" no texto original é Poreuomai. Seu significado vai muito além de um simples deslocamento físico; ela carrega nuances que transformam nossa visão de missão:

    • Movimento e Jornada: Significa viajar, proceder, mover-se de um lugar para outro (Lucas 13:33). A missão exige que saiamos da nossa zona de conforto, da nossa "origem", e partamos em direção a um "destino" específico (Atos 1:25; 18:6).

    • Uma Missão de Busca: Jesus usa esse termo ao falar do pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para ir buscar a que se extraviou (Mateus 18:12). Ir significa buscar ativamente o que está perdido.

    • Um Estilo de Vida: Poreuomai também descreve como alguém se conduz, vive ou se comporta (Lucas 1:6). Portanto, o "ide" de Jesus deve ser um estilo de vida contínuo: enquanto você caminha pela vida, leve a mensagem.


II. A Essência: Fazer Discípulos (Matheteuo)

O coração da Grande Comissão não é apenas pregar ou batizar, mas "fazer discípulos" (Matheteuo).

    • O Discípulo é um Aluno: Ser discípulo significa ser um aprendiz, alguém que segue os preceitos e instruções de um mestre. Fazer discípulos é causar em alguém o desejo de ser um pupilo de Cristo, instruindo-os para que se tornem aderentes aos Seus ensinos.

    • O Critério de Sucesso: O sucesso de uma igreja não deve ser medido pelo tamanho do orçamento ou pelo número de nomes no rol de membros, mas por quantos cristãos estão ativamente ganhando almas e treinando-as para ganhar outras. O céu não celebra apenas números ou decisões momentâneas; o céu celebra discípulos que se tornam reprodutores da fé.


III. O Método: Ensinar para a Obediência (Didasko)

Para fazer discípulos, Jesus ordena "ensiná-los" (Didasko).

    • Influenciar o Entendimento e a Vontade: Ensinar, nas Escrituras, significa passar a verdade sobre a Palavra de Deus com o objetivo de estimular a obediência. Não é apenas despejar informações, mas buscar uma transformação energizada pelo Espírito para que o aluno se torne semelhante a Cristo.

    • O Alvo é a Obediência: A essência do discípulo é o aprendizado que afeta o seu ser mais íntimo. O ensino bíblico visa moldar a vontade do aprendiz para que ele obedeça a tudo o que o Mestre ordenou.


IV. Por que a Urgência?

Por que devemos ter o mesmo sentimento de Paulo, que dizia: "Ai de mim se não pregar o evangelho!" (1 Coríntios 9:16)?

    1. A Realidade da Perdição: Jesus adverte que a porta é larga e o caminho é espaçoso para a destruição, e muitos entram por ele (Mateus 7:13-14). A maioria das pessoas ao nosso redor está perdida.

    2. O Desejo de Deus: O Senhor é paciente e "não quer que ninguém se perca, mas que todos cheguem ao arrependimento" (2 Pedro 3:9). Nossa missão é o braço da graça de Deus alcançando o mundo.

    3. A Escassez de Trabalhadores: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos (Mateus 9:37-38). Há uma urgência crítica por pessoas dispostas a ir.

    4. A Alegria Celestial: Quando ensinamos os perdidos e eles se arrependem, todo o céu se regozija (Lucas 15:7, 10). Cada alma resgatada é motivo de festa eterna.


Conclusão

Os apóstolos declararam com fervor: "Não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido" (Atos 4:20). Eles foram tão transformados pelo Mestre que o silêncio era impossível.

A Grande Comissão é o chamado para construirmos pessoas que, constrangidas pelo amor de Cristo, não apenas O sigam, mas liderem outros a segui-Lo também. Que possamos assumir nossa responsabilidade de sermos luz no caminho estreito, trabalhadores na colheita e fazedores de discípulos em todas as nações.

Ide, pois é ordem do Rei. Fazei discípulos, pois é o plano do Mestre.

SERMÃO 02: O QUE ACONTECE SE NÃO CUMPRIRMOS O IDE?

Introdução

Muitos irmãos, se fossem honestos, perguntariam: "Por que tanto esforço com o evangelho?". Vivemos em uma época em que o trabalho parece árduo e os resultados visíveis são poucos. Por que manter essa preocupação constante? A resposta reside no fato de que o evangelismo não é uma opção para a igreja; é uma questão de vida ou morte — tanto para quem ouve quanto para quem deveria falar.

I. A Questão da Obediência ao Senhor

Devemos IR, antes de tudo, porque o nosso Senhor não nos deu uma sugestão, mas uma ordem direta.

    • A Missão dada por Cristo: Jesus foi claro ao comissionar Seus seguidores em Mateus (28:18-20) e Marcos (16:15-16). Ele ordenou que o arrependimento e a remissão de pecados fossem pregados a todas as nações, começando por Jerusalém (Lucas 24:46-47).

    • Prova de Amor: A igreja primitiva não encarou isso com leviandade. Eles entenderam que obedecer a Cristo é a prova definitiva de amor por Ele. "Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (João 14:15). Dizer "Senhor, Senhor" e não fazer o que Ele ordena é uma religiosidade vazia (Mateus 7:21).


II. A Natureza das "Boas Novas"

O Ide é compartilhar algo maravilhoso que recebemos. O termo "Evangelho" significa, literalmente, "boas notícias".

    • O Poder do Ide na Alma: Através dele, as pessoas recebem o perdão dos pecados (Atos 2:38) e uma nova alegria que transborda em comunhão (Atos 2:46-47). Ele oferece uma razão para viver e uma confiança absoluta diante da morte, como vimos no testemunho dos primeiros mártires.

    • O Desejo de Compartilhar: Quando alguém recebe uma notícia que muda sua vida para melhor, é natural querer contá-la. O amor de Cristo nos constrange a não vivermos mais para nós mesmos, mas para Aquele que por nós morreu e ressuscitou (2 Coríntios 5:14-15, 20).


III. O Perigo da Omissão Diante de um Mundo Perdido

A falta é uma tragédia humanitária espiritual. O mundo está perdido e a igreja possui o único antídoto.

    • A Condição dos Perdidos: As Escrituras são severas sobre o destino daqueles que não conhecem a Deus e não obedecem ao Evangelho: eles sofrerão a pena de eterna destruição (2 Tessalonicenses 1:7-9; Marcos 16:16).

    • O Único Caminho: O Evangelho é o poder de Deus para a salvação (Romanos 1:16). Não existe "plano B".

    • A Necessidade do Ouvir: Como as pessoas invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão se não há quem pregue? (Romanos 10:14-17). O silêncio da igreja é o bloqueio do caminho da salvação para o próximo.


IV. A Autodestruição do Cristão que não Evangeliza

O impacto de não evangelizar recai sobre a própria igreja e sobre o cristão individualmente. Você não precisa cumprir o Ide em outras nações, mas deve agir em seu redor

    • Pecado de Omissão: Desrespeitar uma ordem de fazer o bem é tão errado quanto praticar um ato proibido. "Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17). Paulo sentia esse peso ao dizer: "Ai de mim se não anunciar o evangelho!" (1 Coríntios 9:16).

    • A Missão do Mestre: Buscar e salvar o perdido foi a missão que consumiu toda a atenção de Jesus (Lucas 19:10). O servo que não se envolve na obra do seu Senhor está desconectado d'Ele.

    • A necessidad de frutificar: Jesus advertiu que todo ramo que não dá fruto é tirado e lançado ao fogo (João 15:1-2). Dar frutos (ganhar almas) deve ser uma parte natural da vida cristã, assim como a videira produz uvas naturalmente (2 Coríntios 4:13).

Conclusão

O custo do silêncio é alto demais: almas perdidas no mundo e cristãos atrofiados e infrutíferos dentro dos templos.

O Ide não é um peso, é o transbordar de uma fé viva. Que possamos retomar a urgência de buscar o que estava perdido, pois nisto reside a nossa maior honra e o nosso próprio sustento espiritual.


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SERMÃO 03:  Tornando-se um Instrumento Vivo de Cristo

Texto Base: Mateus 28:18-20; Marcos 16:15; Marcos 10:44-45

Introdução

O ministério cristão não é um cargo administrativo ou um emprego comum; é uma vocação. É a resposta de um coração que confia em Deus, luta pela santidade e decide viver para os outros. No plano mestre de Deus, Ele escolhe homens e mulheres para serem "pontes vivas" entre o céu e a terra, representantes da humanidade perante Deus e de Deus perante a humanidade (Hebreus 5:1).
Hoje, concluiremos nossa reflexão sobre o discipulado focando naqueles que Deus separa para a liderança e para a obra missionária — os instrumentos que Ele usa para levar Jesus às pessoas e as pessoas a Jesus.

I. A Autoridade de Cristo: O Fundamento do Ide

Antes de dar a ordem para ir, Jesus estabeleceu Sua credencial: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mateus 28:18).
    • Uma Autoridade Provada: Jesus já havia demonstrado autoridade para perdoar pecados, curando o paralítico para mostrar que o pecado é o que nos paralisa espiritualmente. Ele teve autoridade sobre a morte ao ressuscitar a menina, e sobre Satanás ao vencê-lo no deserto pela Palavra.
    • Uma Autoridade Conquistada: Essa autoridade plena foi confirmada por Sua obediência total até a morte e ressurreição. Por isso, Deus O exaltou soberanamente (Filipenses 2:9-11). Todo joelho deve se dobrar diante dEle. É sob esta autoridade suprema que o vocacionado marcha. Não vamos em nosso nome, mas no nome dEle.

II. Sinais e Qualificações

O mandato de pregar o Evangelho a toda a criação (Marcos 16:15) é para todos, mas há um chamado específico para a obra missionária transcultural e para o ministério ordenado.
    1. Qualificações Essenciais: O vocacionado deve possuir fé e amor por Cristo, bom caráter moral, equilíbrio emocional e um profundo hábito de oração. Ele deve desenvolver um "espírito de desapego": estar no mundo, mas não ser do mundo.
    2. Sinais Internos: Um amor profundo pelas nações e um coração que se quebranta pelos perdidos (Romanos 10:14-15). Muitas vezes, esse chamado vem acompanhado de um sentimento de inadequação, pois o poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Coríntios 12:9).
    3. Sinais Externos: O chamado é validado pela igreja. Como no caso de Barnabé e Saulo, a comunidade e os líderes maduros reconhecem e separam o vocacionado (Atos 13:2-3). Deus alinha o chamado com os dons e oportunidades que Ele mesmo abre (1 Coríntios 12:4-6).

III. Liderança Segundo o Modelo de Cristo

Assim como os levitas foram designados para tarefas religiosas por defenderem a honra de Deus, os líderes hoje são chamados a agir in persona Christi (na pessoa de Cristo).
    • Liderança de Sacrifício: Ser o primeiro no Reino de Deus significa ser "escravo de todos". O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida (Marcos 10:44-45).
    • O Foco do Líder: Ele não confia em sua própria engenhosidade, mas ensina a Palavra, encorajando a conversão e a santidade. O objetivo da liderança é fortalecer a fé, acender a esperança e edificar o Corpo de Cristo.

IV. O Desafio Prático: Discipulado Intencional

"Discípulos são feitos, não nascem discípulos." Discipulado requer esforço deliberado, sacrifício e humildade.
    • Além do "Busca-Pessoas": Pesquisas recentes (como a da Willow Creek Church) mostram que movimentos focados apenas em atrair pessoas não são eficazes para criar discípulos maduros.
    • O Método de Jesus: É necessário tempo, estudo bíblico profundo, oração fiel e mentoria pessoal. Um discípulo não amadurece apenas com uma hora de culto por semana, mas quando pastores e líderes estão com eles, assim como Jesus estava com os Seus.
Pregação sobre Ide e Fazei Discípulos: 3 Sermões Impactantes sobre Mateus 28:19-20
Veja também

Conclusão: Uma Visão Global para o Evangelho

A obra missionária é uma batalha nas linhas de frente em território inimigo. É o esforço de multiplicar a Igreja até que cada tribo e nação tenha ouvido a mensagem (Mateus 24:14). Desde os profetas (Zacarias e Malaquias), Deus prometeu que Seu nome seria grande entre as nações, do nascente ao poente (Malaquias 1:11).

Você é um instrumento vivo de Cristo. Seja você um missionário enviado a outras terras ou um discípulo fazendo discípulos em sua vizinhança, o chamado é o mesmo: dedicar suas energias para a glória de Deus e para o progresso da humanidade na vida divina. A colheita é grande e o Senhor da colheita conta com você.
Vá, pregue, ensine e faça discípulos.

Resumo Homilético 

Aplicação Prática: Vivendo a Grande Comissão
  • Entenda que discipulado é missão contínua
  • Jesus não chamou a igreja apenas para converter pessoas, mas para formar discípulos maduros e obedientes.
  • Transforme conhecimento bíblico em acompanhamento espiritual
  • Fazer discípulos envolve ensino, exemplo e caminhada prática com aqueles que estão crescendo na fé.
  • Assuma sua responsabilidade no Reino de Deus
Todo cristão foi chamado para participar da missão de ensinar, servir e anunciar o Evangelho.

Dicas do Professor: Temas
  • discipulado cristão bíblico
  • Grande Comissão explicada
  • formação de discípulos
  • liderança cristã ministerial
  • crescimento da igreja local
  • treinamento de líderes cristãos
  • missões e evangelização
  • ensino bíblico para igrejas
  • desenvolvimento espiritual cristão

Sabedoria Divina: Uma Vida Moderna com Discernimento Provérbios 3:13 Tiago 1:5

 Pregação sobre Sabedoria na Vida Cristã: Vivendo com Discernimento

Neste sermão vamos refletir sobre as Escrituras para compreender como podemos buscar e aplicar a sabedoria divina em todas as áreas de nossas vidas. A importância vital da sabedoria em nossas vidas como cristãos. A sabedoria não é apenas conhecimento; é a aplicação sábia do conhecimento em nossa jornada de fé.

  • Os cristãos devem ser cheios de sabedoria espiritual (Veja   Colossenses 1: 10-11.)  
  • Quem tem falta peça sabedoria ( Tiago 1:5 )
  •  Deus quer que oremos por sabedoria. - Tiago 1: 5; Hebreus 4:16 
  • Deixe o sábio demonstrar sabedoria e conhecimento ( Tia 3:13 )

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 Algum de vocês carece de sabedoria? Tiago 1: 5

  • ⁵ E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Tiago 1:5
  • ¹³ Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; Provérbios 3:13

Você está pedindo sabedoria a Deus, mas também confiando na sabedoria do mundo? 

Em nossas provações, peça de todo o coração a Deus a sabedoria de que tanto precisamos e então procure andar nos caminhos de Deus de todo o coração.

• “Se algum de vocês carece de sabedoria” 

Aprendemos com Tiago que Provações e confusões frequentemente andam de mãos dadas. Em tempos difíceis muitas vezes não vemos claramente e não sabemos como devemos responder ao que está acontecendo.

E era a sabedoria de Salomão maior do que a sabedoria de todos os do oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios. 1 Reis 4:30

1. É preciso ser Humilde

Pedir Sabedoria a Deus é um ato de humildade. É preciso ser humilde para Reconhecer que carece de sabedoria. Você tem sido humilde ou orgulhoso?

Devemos pedir a Deus sabedoria e ele irá fornecer a sabedoria de que precisamos. Tiago nos incentiva a pedir sabedoria a Deus lembrando-nos que Deus é generoso e misericordioso (não critica) com todo o seu povo.

O texto diz “se algum de vocês. . . ” A sabedoria de Deus está disponível para Seus filhos, mas eles devem sentir a necessidade, pedir e receber. Ela não é automática.

O dom de Deus, através da oração sustentada, da sabedoria está condicionado à fé sem dúvida, vv. 5-8. Ambos a oração do crente e a sabedoria de Deus são nossas armas espirituais em provações e tentações (cf. Ef. 6: 10-18).

“Peça a Deus” Esta é uma ordem, que é literalmente “pedir a Deus que dá. ” 

Essa mesma forma é repetida no v. 6 com a frase de qualificação adicional "na fé"(cf. Mt 7: 7-8; Lc. 11: 9). 

Em Mateus, é Deus quem dá "coisas boas"; em Lucas, é Deus quem dá “o Espírito Santo ”e em Tiago é Deus quem dá“ sabedoria ”.

Você precisa pedir sabedoria a Deus, pois somente Ele que pode dar.

Isso é muito semelhante à maneira como Jesus descreve o Pai em Mateus 7:11 . Quando
Ao enfrentarmos as provações, Deus não espera que enfrentemos com nossa própria força e sabedoria.

Ele adora quando seus filhos dependam dele e pedem ajuda e ele fornece abundantemente
a sabedoria de que precisamos. 

2.  Você deve Crer na Promessa 

Neste ponto, alguém pode dizer: “Eu pedi sabedoria, mas eu não me senti mais sábio. 

Eu ainda não sabia o que fazer naquela situação difícil. ” 

Em resposta a isso, precisamos ver que o versículo 5 é uma promessa. Deus dará sabedoria ao , mas isso não significa que de repente nos sentiremos inundados de sabedoria. É diferente receber sabedoria e se sentir sábio.

A sabedoria de Deus pode nos guiar em nossas decisões e nos proteger da tolice, mesmo se ao fazermos não estejamos confiantes de que sabemos a melhor coisa a fazer.

 E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens. Lucas 2:52

Nunca vacile em nossa fé, então nenhum de nós poderia esperar receber nada de Deus.
Mas a chave para esses versículos é entender exatamente o que Tiago quer dizer com "Dúvida" e “Duvidoso”. 

Ele Usa essas duas palavras para descrever a mesma pessoa. A falta de sabedoria diante da Palavra de Deus torna a Pessoa duvidosa e ambígua. A pessoa que duvida é, portanto, alguém que busca sabedoria em Deus, mas também busca sabedoria no mundo.

3. Fazer a vontade de Deus

Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo. Colossenses 4:5. Não esteja tentando viver para Deus e para o mundo ao mesmo tempo. 

Quando você busca a verdade celestial, ela será alcançada, Mateus 7: 7

“Você entenderá o temor do Senhor”, Provérbios 2: 5. Você conhecerá a Deus.

Em contraste, devemos acreditar, isto é, não devemos acreditar apenas que Deus dá sabedoria, mas que sua sabedoria é sempre a melhor! Não devemos apenas pedir a Deus por sabedoria, mas depois se dedique a seguir o caminho dele, por mais difícil que seja talvez. 

4. Pedir com fé para tomar decisões

  • ⁵ E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Tiago 1:5

Tiago nos desafia da maneira como pedimos: na fé sem reservas ou dúvidas. Tiago 1:5

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. Provérbios 1:7

O texto bíblico nos lembra que Deus é a fonte de toda sabedoria por isso nos voltarmos e esperarmos nEle e somente Ele. Tiago então compartilha a maneira pela qual Deus dá sabedoria: generosamente sem reservas. 

E, finalmente, aprendemos neste texto é que Deus deseja esbanjar sua sabedoria e graça sobre quem confia plenamente nele.

5. A verdadeira Sabedoria

“ A Sabedoria de Deus” Provérbios 4:5-9

A totalidade dos Provérbios foi escrita com o propósito de dar ao homem sabedoria (Provérbios 1:1-6).
No entanto, hoje em dia, a sabedoria de Deus é frequentemente substituída pela chamada “sabedoria”.
dos homens (Romanos 1:22ss).

Como pode um homem ser verdadeiramente sábio aos olhos de Deus?

A verdadeira sabedoria está prontamente disponível para aqueles que a desejam (Provérbios 4:5-9,11).
  • A. Impedirá o homem de viver uma vida inaceitável para Deus (Provérbios 11:11) 
  • B. O homem deve buscar “ela”/sabedoria para encontrar “ela”/sabedoria (Provérbios 2:19).
Hoje, a verdadeira “sabedoria de Deus” é a pregação de Jesus como o Cristo (1Coríntios 1:18-31).
  • A. Embora muitos rejeitem o Evangelho de Cristo, ele ainda é o que o homem precisa. hoje e amanhã (Romanos 1:16).
  • B. Muitos adotaram a mentalidade, para sua própria destruição, de que eles são “mais sábios” do que Deus (Prov. 3:5-7; 21:2; Isa. 55:8; Jer. 6:13-16;1 Coríntios 2:1-8).
Há imensas bênçãos para aqueles que alcançam a verdadeira sabedoria.
  • A. A verdadeira sabedoria é forte e duradoura, enquanto a sabedoria humana é passageira e...temporário (Provérbios 9:1-12; Provérbios 10:27; Mateus 24:35).
  • B. Para o cristão, as bênçãos são ainda mais maravilhosas porque elas são espirituais (Ef 1:3; 2 Tm 4:6-8; Mt 25:34).
Certifiquemo-nos de buscar a verdadeira sabedoria e não a falsa sabedoria.
de homens.

Preferiríamos que Deus nos considerasse sábios, ou nos importamos mais com...
O que os homens pensam de nós?

6. A vida cheia de propósito e significado Provérbios 19:8

“ Quem obtém sabedoria ama a sua própria alma; Aquele que mantém o entendimento encontrará o bem. ” (Provérbios 19: 8)

Para realizar o nosso pleno potencial na vida precisamos de Deus ' orientação e sabedoria contínua porque a vida é cheia de escolhas importantes a fazer - Deus sempre sabe o que é melhor para nós em todas as áreas da nossa vida e que Ele tem planejado para a nossa vida - A vida cheia de propósito e significado

    A. Você precisa deixar a sabedoria entrar em seu coração Provérbios 2:10-11
Buscar e encontrar sabedoria não é suficiente, você precisa deixar entrar em sua vida. Entrar no seu coração significa aplicá-lo à sua vida, internalizá-lo. A sabedoria pode ser obtida em um nível intelectual, mas aqui em você. Velho erro saber, mas não internalizar Zc7:12, Mt 13:15 15:8
    B. Você será liberto do caminho dos homens maus Provérbios 2:12-15
Quando a sabedoria está em você, ela o livrará dos maus caminhos, Ou seja, do homem que fala coisas perversas [isto é, não retas].

  • Daqueles que abandonam o caminho da retidão... andam nas trevas
  • Daqueles que se alegram em fazer o mal... deleitam-se na perversidade
  • Daqueles cujos caminhos são tortuosos, tortuosos

    C. Você pode perder algumas coisas que nunca poderão ser restauradas, terra sem retorno. Apelo sexual e alusão são intencionais, não que o fracasso signifique que você não pode vá em frente mas que não pode ir da melhor maneira, o fracasso aqui é para sempre.
    Você andará no caminho da bondade e da justiça Provérbios 2:20-22 quando a sabedoria estiver em seu coração, você andará no caminho da bondade. E mantenha-se no caminho da retidão. Os justos e íntegros permanecerão, mas os ímpios serão exterminados

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7. O Bom Caminho se Você Buscar e então Encontrar a Sabedoria.

Se você busca sabedoria – como prata – algo valioso procure sabedoria um tesouro enterrado Mt 13:45-46 A sabedoria deve ser buscada, é um pré-requisito Se você buscar Sabedoria requer algum esforço, busque por ela, estime-a, busque-a, deseje-o com seu coração. Então você encontrará sabedoria 5-9
Então você entenderá o temor do Senhor e encontrará o conhecimento de Deus.

Sabedoria no livro de Provérbios ligada ao Senhor 1:7 Busque a sabedoria Então encontre o conhecimento de Deus o Senhor dá sabedoria, conhecimento, entendimento, um escudo
Ele guarda os caminhos da justiça, preserva o caminho dos seus santos. Então você entende retidão, justiça todo bom caminho

Quando questionado em uma revelação do Senhor sobre o que ele queria, o Rei Salomão pediu sabedoria. Ele sabia da grande responsabilidade que tinha em ser Rei de Israel e que precisava da ajuda e sabedoria de Deus 1 Reis 3: 5-8).

“ Portanto, dá ao Teu servo um coração entendido para julgar o Teu povo, a fim de que eu possa discernir entre o bem e o mal. Pois quem pode julgar este teu grande povo? ”

Porque pediu isso e não longa vida para ti, nem pediste riquezas para ti, nem pediste a vida dos teus inimigos, ganhou um coração sábio e compreensivo, de modo que nunca houve ninguém antes e nenhum depois e ainda ganhou riquezas e honra, para que não haja nenhum como ele entre os reis todos os teus dias. (1 Reis 3: 12-13)

A vida está cheia de escolhas importantes (Provérbios 3:5-6):

Ao considerarmos a sabedoria na tomada de decisões, Provérbios 3:5-6 oferece um guia fundamental: confiar no Senhor de todo o coração e não depender do nosso próprio entendimento. Em todas as decisões, grandes e pequenas, confiar na sabedoria de Deus é o caminho para uma jornada segura.

Temos um adversário muito real que está decidido a destruir todas as coisas boas que Deus planejou para nossa vida e que está continuamente procurando nos afastar de viver para o Senhor

Não há lugar melhor do que estar no centro da vontade de Deus para nossa vida

Podemos obter conselhos de muitas fontes diferentes, mas o que precisamos é obter sabedoria divina que nos ajudará a fazer boas escolhas para que possamos construir nossas vidas sobre uma base sólida

Por esta razão, precisamos continuamente de sabedoria para saber:

  • i) O que fazer em cada estação de nossa vida
  • ii) Quando fazer as coisas (O tempo de Deus é sempre perfeito) ,
  • iii) Como fazer as coisas melhor Os caminhos de Deus são mais elevados do que os nossos)

A bíblia fala muito sobre a importância de se obter sabedoria divina

No livro de Oséias, lemos: “ Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento ... ” (Oséias 4: 6)

No livro de Provérbios lemos: “ ...a sabedoria é melhor do que os rubis, ” (Provérbios 8: 10-11)

É sempre importante nos lembrarmos de que Deus sabe o que é melhor para nós NO LONGO PRAZO - Deus vê o quadro maior e sabe do que e de quem precisamos em nossa vida para cumprir nosso destino dado por Deus

Freqüentemente, nossa preparação para fazer sacrifícios de curto prazo e esperar pelo tempo de Deus é o que nos posiciona para receber o favor e as bênçãos de Deus em nossas vidas a longo prazo

É quando confiamos continuamente no Senhor durante as temporadas de deserto de nossa vida que eventualmente vemos avanços e milagres em nossa vida.

Então, como podemos ganhar consistentemente sabedoria divina para que possamos continuamente fazer escolhas certas na vida para que possamos cumprir nosso potencial dado por Deus em Cristo.


Sabedoria Divina: Uma Vida Moderna com Discernimento Provérbios 3:13 Tiago 1:5 elaborado por Professor de Homilética


Leia também
  1. Pregação sobre Restituição em nossa jornada de fé.
  2. Pregação sobre Compromisso e Responsabilidade na Vida Cristã 
  3. Pregação sobre Amizades: Por que precisamos de amigos?
  4. Pregações Evangélicas: Esboços de Sermões Prontos e Edificantes

Conclusão:

A sabedoria na vida cristã não é uma busca intelectual desprovida de significado. É uma jornada de coração, mente e ações. Buscar a sabedoria divina molda nossa perspectiva, nossas decisões e nossa interação com o mundo ao nosso redor.

Ao contemplarmos a Fonte da Sabedoria, reconhecemos que ela é um dom generoso de Deus para guiar e iluminar nossas vidas. Que, em nossa jornada como cristãos, possamos buscar a sabedoria com diligência, aplicá-la com humildade e compartilhá-la com amor.

Ref.: https://wooddale.org/faith_matters/transcripts/James/FAITH%20MATTERS%20-%20JAM%2003%20Wisdom%20-%20Ours%20for%20the%20Asking.pdf

Prudência na Vida Pessoal: Princípios Bíblicos para uma Vida Sábia Provérbios 12:23

  Pregação sobre Prudência na Vida Cristã Provérbios 12:23

Este sermão aborda um tema de grande importância na vida do crente: A Prudência. O livro de Provérbios usa a palavra prudente oito vezes sempre (Provérbios 12:16, 23; 13:16; 14:8, 15, 18;22:3 e 27:12). As qualidades positivas contidas no significado da palavra hebraica são sensato , habilidade prática , prudente , sábio e astuto .

Provérbios 22:3 contrasta dois tipos de pessoas, as prudentes e as ingênuas . Além disso, o versículo contrasta as ações desses dois tipos de pessoas, o “prudente vê o mal e se esconde” enquanto o “ingênuo continua”. E por último, o versículo comunica a consequência sofrida pelo ingênuo

A palavra "prudente" carrega em si uma riqueza de significado, oscilando entre a astúcia perspicaz e a sensatez equilibrada. No cerne, a prudência reside na capacidade de exercer bom senso em todas as áreas da vida, guiando nossas ações com cautela e discernimento, especialmente no que tange aos nossos verdadeiros interesses. As Escrituras nos revelam cinco características distintivas da pessoa prudente:

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1. A Busca Incansável pelo Conhecimento:

A pessoa prudente jamais se contenta com a ignorância. Seu coração anseia por aprender e seus ouvidos estão sempre atentos à sabedoria.

    • “O coração do prudente adquire conhecimento, e o ouvido dos sábios busca o conhecimento.” (Provérbios 18:15) O prudente reconhece o valor inestimável do saber como um guia seguro para a vida.

    • “O sábio ouvirá e aumentará o conhecimento, e o homem de entendimento alcançará sábio conselho.” (Provérbios 1:5) A humildade de aprender com os outros é uma marca da verdadeira sabedoria e prudência.

    • “A sabedoria é o principal; portanto, adquira sabedoria. E em tudo o que você adquirir, adquira entendimento.” (Provérbios 4:7) O prudente prioriza a aquisição de sabedoria e entendimento acima de todas as coisas, reconhecendo que são fundamentos para todas as decisões sábias.

Em contraste, o tolo se fecha para o aprendizado, preferindo a vã exibição de suas próprias opiniões:

    • “O tolo não tem prazer em entender, mas sim em expressar o que pensa.” (Provérbios 18:2)

    • “O coração do entendido busca o conhecimento, mas a boca dos tolos se alimenta de estultícia.” (Provérbios 15:14)

A prudência nos impulsiona a sermos aprendizes contínuos, sempre buscando expandir nosso conhecimento e compreensão do mundo ao nosso redor.

2. A Abertura à Correção e à Repreensão:

A pessoa prudente não se considera infalível. Ela reconhece a importância da instrução e acolhe a correção como uma oportunidade de crescimento.

    • “O tolo despreza a instrução de seu pai, mas o que aceita a repreensão é prudente.” (Provérbios 15:5) A humildade de aceitar a disciplina é um sinal de sabedoria e prudência.

    • “O caminho do tolo parece reto aos seus próprios olhos, mas o que ouve o conselho é sábio.” (Provérbios 12:15) O prudente valoriza a perspectiva dos outros e reconhece que o conselho sábio pode evitar muitos erros.

Em contrapartida, a teimosia e a arrogância impedem o tolo de aprender com seus erros:

    • “Ainda que você moa o tolo no pilão, junto com grãos moídos, a sua estultícia não se desviará dele.” (Provérbios 27:22) A correção é ineficaz para aquele que se recusa a reconhecer sua própria insensatez. 

A prudência nos capacita a ouvir atentamente aqueles que nos oferecem correção, reconhecendo que a verdade, mesmo quando confrontadora, é um presente valioso:

    • “Uma palavra dita no momento oportuno é como maçãs de ouro em engastes de prata. Como brincos de ouro e enfeites de ouro fino, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento.” (Provérbios 25:11-12) 

3. A Reflexão Antes da Palavra:

A pessoa prudente pondera suas palavras antes de proferi-las. Ela entende o poder da língua e a importância de falar com sabedoria e propósito.

    • “O homem prudente esconde o conhecimento, mas o coração dos tolos proclama a estultícia.” (Provérbios 12:23) O prudente não sente a necessidade de exibir todo o seu conhecimento, mas fala no momento certo e com moderação.

    • “O tolo revela todos os seus sentimentos, mas o sábio os contém.” (Provérbios 29:11) A impulsividade na fala é uma característica da tolice, enquanto a prudência nos ensina a controlar nossas emoções e palavras.

A prudência nos lembra da importância de ouvir mais e falar menos:

    • “Portanto, meus amados irmãos, todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” (Tiago 1:19) 

A precipitação na fala pode levar a erros e arrependimentos:

    • “Aquele que responde a uma questão antes de ouvi-la comete tolice e vergonha.” (Provérbios 18:13) 

A sabedoria se manifesta na moderação e na serenidade da fala:

    • “Quem tem conhecimento modera as palavras, e o homem de entendimento é de espírito sereno. Até o tolo é considerado sábio quando se cala; quando fecha os lábios, é considerado perspicaz.” (Provérbios 17:27-28) 

4. A Deliberação Antes da Ação:

A pessoa prudente não age por impulso. Ela avalia cuidadosamente as consequências de suas ações antes de se comprometer.

    • “O simples acredita em tudo, mas o prudente pensa bem nos seus passos. O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o tolo é imprudente e descuidado.” (Provérbios 14:15-16, NVI) A prudência nos leva a analisar as situações com discernimento e a evitar caminhos perigosos.

    • “Todo homem prudente age com conhecimento, mas o tolo expõe a sua estultícia.” (Provérbios 13:16) A ação baseada no conhecimento e na compreensão é uma marca da prudência.

A impulsividade e a falta de reflexão são características da tolice, levando a decisões precipitadas e resultados negativos.

5. O Domínio do Temperamento:

A pessoa prudente exerce controle sobre suas emoções, especialmente a raiva. Ela não se deixa levar pela ira, mas busca a serenidade e a moderação.

    • “A ira do tolo se revela logo, mas o homem prudente encobre a vergonha.” (Provérbios 12:16, NVI) O prudente não permite que a raiva o domine e o exponha à vergonha.

    • “A ira do tolo se revela logo, mas o homem prudente esconde a desonra.” (Provérbios 12:16) A prudência nos ensina a lidar com a frustração e a irritação de maneira discreta e controlada.

    • “A aflição do tolo se revela logo, mas o prudente ignora a afronta.” (Provérbios 12:16, NVI) O prudente escolhe não se ofender facilmente e não reage impulsivamente às provocações.

6. A Bíblia nos ensina sobre Prudência na Vida Financeira.

Provérbios: 10, Versículo 22, “A bênção do Senhor traz riqueza, e Ele não acrescenta problemas a ela”. 
Onde de onde vem a bênção? Colocar Acima, de Deus. O dinheiro vem de Deus, mas não é Deus. Provérbios: 13, Versículo 11, “O dinheiro desonesto se esvai, mas quem ajunta pouco a pouco isso cresce.” O assunto é ganhar dinheiro, e você vê uma prudência aqui na forma como um homem não iria atrás de esquemas de “enriquecimento rápido”, que ele iria buscar dinheiro pouco a pouco.

Volte comigo para Provérbios: 21, Versículo 20. Portanto, riqueza dinheiro de Deus, devemos ganhá-lo com prudência, e então devemos guardar um pouco de acordo com 21:20. “Na casa do sábio há mantimentos de boa qualidade e azeite, mas o insensato devora tudo o que tem”, para economizar, para deixar um pouco de lado para o futuro
  1. Tudo deve ser pago - Salmo 37:21 - “O ímpio toma emprestado e não paga de volta, mas o justo é misericordioso e dá ”. 
  2. Pague suas contas e seus impostos - Romanos 13: 7 - “Render para todo o que lhes é devido: imposto a quem o imposto é devida; costume a quem costume; temem a quem temer; honra a quem honra. ” 

7. A Prudência é considerar bem os seus passos

Assim como Daniel deve ter aprendido de seu dia-a-dia ande com Deus que a fé se baseia em testemunhos, então o cristão constrói confiança incansavelmente buscando evidências da de um sistema de valores consistente com Crenças éticas cristãs. Como Provérbios ensina, “O simples acredita em cada palavra, mas o prudente considera bem os seus passos” (14:15)

Tentar Presumir sobre o futuro - Tiago 4:14 “... você não sabe como será sua vida amanhã ...”
Promover a ganância - Lucas 12:15 “… guarda-te contra toda forma de ganância…

8. Os Conselhos da Bíblia para ser Prudente

Proteja-se contra a ganância e busque moderação - Lc 12:15; Prv 30: 8 . Esteja contente - Fp 4:12 

Mateus 7:24-29 O sábio edifica a sua casa sobre a Rocha, que é Cristo Atos 6:1-7 A nomeação de auxiliares espirituais e prudentes Como alguém saberia que você é prudente e que modela a virtude da prudência? Exemplo: Ao enfrentar uma decisão, você reserva um tempo para orar e determinar a vontade de Deus no assunto. Sempre reserve um tempo para pensar sobre as coisas para escolher a coisa “certa” a fazer

A amizade e o parentesco muitas vezes nos leva a estender as mãos para ajudar ao nosso próximo, mas especificamente financeiramente, como a aquisição de um  financiamento ou ficando como fiador. A Palavra de Deus não proíbe essa prática, mas exorta o cristão a tomar alguns cuidados e refletir sobre o assunto.
  1. Evite ficar como fiador (garantidor) de teu próximo. Provérbios 6.1-4
  2. Aquele que se torna fiador de algum estranho pode ter problemas, mas aquele que evita firmar compromissos [ficará] seguro. Provérbios 11.15
  3. O homem imprudente assume compromisso, ficando como fiador de seu próximo.  Provérbios 17.18
  4. Não estejas entre os que se comprometem em acordos com as mãos, [ou] os que ficam por fiadores de dívidas.  Provérbios 22.26-28
  5. Seja cauteloso em se referir a outro 17:18; 22: 26-27; cf. 11:15; 20:16; 27:13

Prudência na Vida Pessoal: Princípios Bíblicos para uma Vida Sábia Provérbios 12:23



Veja também

  1. O Que é Religião Vã?
  2. Como Deus se revela a nós?
  3. Como vencer a batalha contra o pecado?

Conclusão

Em suma, a prudência é uma virtude multifacetada que nos capacita a navegar pela vida com sabedoria e discernimento. Ela nos impulsiona a buscar conhecimento, a acolher a correção, a ponderar nossas palavras, a deliberar sobre nossas ações e a controlar nosso temperamento. Que possamos todos cultivar essas marcas da prudência em nossas vidas, buscando a sabedoria que vem do alto para vivermos de maneira que honre a Deus e nos traga paz e discernimento. Amém.

Ref.: https://jasonderouchie.com/wp-content/uploads/2014/09/OTBM21-Proverbs-DeRouchie.pdf

Pregação sobre Koinonia: Compartilhando Uns com os Outros na Igreja

 Sermão sobre Koinonia: Compartilhando na Adoração

O que é Koinonia? O Significado da palavra grega para comunhão é (κοινωνία, koinōnia), e significa ter coisas em comum ou compartilhar.   É derivado da palavra grega Koinos que significa comum ou ordinário – daí a ideia de partilhar algo, como uma parceria (cf.  Lucas 5:10  onde Tiago e João eram parceiros).

Às vezes definimos isso como “participação conjunta”.   

É uma associação estreita que envolve interesses mútuos e partilha. 

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Às vezes a palavra partilha ou comunhão é usada e nos ajuda a compreender a palavra. Se bem entendi, a palavra era comumente usada para lidar com associações de vários tipos, incluindo interação social.

No entanto, nas Escrituras, os vários contextos em que se encontra dão uma definição mais limitada é usado várias vezes e seu uso está relacionado à nossa fé e associação com Deus e uns com os outros.   

Não é usado para descrever reuniões sociais da igreja, embora como cristãos devamos compartilhar com outros e ter reuniões sociais ( Atos 2:46 ,  Hb 13:16 ).

  • Romanos 12:13  nos convida a distribuir (koinōneō) para as necessidades dos santos. 
  • 1 Timóteo 6:18  – os ricos devem estar dispostos a compartilhar (koinonikous)
  • Atos 4:32 , Barnabé e outros venderam terras para compartilhar com os necessitados. Vs. 32 diz que eles tinham todas as coisas em comum (koina).

1. Koinonia uns com os outros

1 João 1:7 : “ Mas se andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado. “  

Iniciamos um estudo sobre a interação dos cristãos entre si.   Se não podemos tratar bem os nossos irmãos, como poderemos tratar bem os de fora? 

Esta passagem “uns aos outros” é um bom ponto de partida. É porque precisamos entender exatamente o que é comunhão e ver como ela é usada nas escrituras.  

É imperativo que compreendamos a comunhão tal como é usada nas Escrituras, se quisermos compreender como devemos aplicá-la na nossa relação uns com os outros.

Não apenas quando estamos reunidos, mas quando estamos separados uns dos outros. Isso também nos leva a aprender e ter comunhão com Deus.

1 João 4:20 “Se alguém diz: 'Eu amo a Deus', e odeia seu irmão, é mentiroso; pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”.

Nossa observação é saber que precisamos preferir uns aos outros ( Romanos 12:10 ). Uma palavra que na verdade significa que superamos uns aos outros em honra e amor.  Por causa da nossa irmandade e companheirismo, deveríamos escolher estar uns com os outros em todo o mundo.

Outras passagens usam o termo comunhão para ajudar irmãos com necessidades em outros lugares ( Romanos 15:26-27 ) E para apoiar a pregação do evangelho ( Filipenses 1:5 ,  4:14-15 , etc.). 

2. A Koinonia que começa com Deus

 – quando obedecemos ao evangelho.  

1 Coríntios 1:9  fala de como somos chamados à comunhão com Seu Filho.   

Gálatas 3:27  – somos batizados em Cristo e O vestimos.

Quando obedecemos ao evangelho, somos acrescentados à Sua igreja ( Atos 2:47 ).  

2 Pedro 1:4  fala de sermos participantes de Sua natureza divina, tendo escapado da corrupção do mundo.

Nossa comunhão com Deus continua à medida que Lhe somos obedientes –  1 João 1:3 ,  6-7 .  

Continuamos andando na luz como Ele está na luz.

1 João 2:3-5  – sabemos que estamos Nele guardando os Seus mandamentos (ver também  João 14:21 ,  23 ).

Essa comunhão deve permanecer – Hebreus 3:14 – somos participantes de Cristo se mantivermos firme o início da nossa confiança até o fim.

Essa comunhão deveria ser o fundamento da NOSSA comunhão como irmãos .

1 João 1:6-7 . A comunhão com ele também levará à comunhão uns com os outros. 

Hebreus 3:1  diz: “ Portanto, santos irmãos, participantes da chamada celestial, considerai o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Cristo Jesus ”

Efésios 2:19-22  – somos concidadãos e membros da família de Deus.

Efésios 3:8-9 , Paulo foi comissionado para pregar entre os gentios as riquezas insondáveis ​​de Cristo e “fazer com que todos vejam o que é a comunhão do mistério” que ele identificou que os gentios são co-herdeiros do mesmo corpo.

Como irmãos temos coisas em comum

(koinos) – comum

  • Tito 1:4  – uma fé comum
  • Judas 3  – uma salvação comum
  • Atos 2:44  – eles tinham todas as coisas em comum (eles compartilhavam uns com os outros)    

Como irmãos, somos “companheiros”

Outra palavra interessante.  

A palavra grega “companheiro” não é semelhante a “comunhão”, mas sim συνεργός, (synergos), de onde vem a palavra sinergia, que significa uma combinação de entidades que trabalhando juntas criam maior eficácia.    

No Novo Testamento era frequentemente um prefixo que descrevia relacionamentos entre irmãos. 

  • Somos colaboradores –  1 Coríntios 3:9
  • Somos co-herdeiros -  Efésios 3:6
  • Somos concidadãos –  Efésios 2:19
  • Somos companheiros soldados –  Filipenses 2:25  (Paulo usou isso para descrever Efapródito, seu irmão.

Paulo referiu-se a Aristarco como seu companheiro de prisão ( Col. 4:10 ), e a vários como colegas de trabalho ( Filemom 24 ).

Finalmente, Pedro falou de si mesmo como um presbítero –  1 Pedro 5:1 . Ele também é participante (koinonos) da glória a ser revelada

Juntos, esta é mais uma palavra que descreve como trabalhamos juntos porque temos algo em comum –  a nossa salvação e, portanto, a comunhão em Cristo . 

3. Koinonia baseada na verdade

1 João 1:7 : “ Mas se andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado. “

O que essa comunhão significa quando consideramos uns aos outros?  

A comunhão é baseada na verdade  – o primeiro ponto que devemos compreender!  Tem que haver um padrão que todos nós procuramos seguir.

Filipenses 2:1-2  encontra um apelo à unidade total que se baseia na nossa consolação em Cristo, no conforto do amor, na comunhão do Espírito, bem como no afeto e na misericórdia.  

Já estabelecemos que a comunhão com Deus se baseia na obediência à Sua palavra.

Gálatas 2:9 . Paulo e Barnabé receberam a mão direita de comunhão para irem aos gentios, quando determinaram que era a verdade.

2 João 9-11 , avisando-nos, mesmo como indivíduos, se alguém vier ao nosso meio não permanecendo na doutrina de Cristo (o que incluiria Seus ensinamentos, os ensinamentos de Seus seguidores e OBEDECER a esses ensinamentos), ele não deve ser recebido. “Saudá-lo” é compartilhar (koinonei) de suas más ações.

Quando o erro estava sendo ensinado sobre a circuncisão (aos gentios), Paulo e outros não cederam a ele, nem por uma hora ( Gálatas 2:4-5 ). 

As igrejas de Pérgamo ( Apocalipse 2:12-16 ) e Tiatira ( Apocalipse 2:18-20 ) foram condenadas por tolerar os que ensinavam e os que praticavam o erro em seu meio.

4. Adoramos a Deus juntos em comunhão uns com os outros  –

Atos 2:42  – a comunhão é mencionada e associada à sua adoração.

Um estudo sobre adoração enfatiza como ela é um ato de comunhão :

Todo ato de adoração, embora direcionado a Deus, envolve todos nós de alguma forma.

Nossas orações são oferecidas uns pelos outros com espírito e compreensão.

( 1 Coríntios 14:15 ) Mesmo que alguém nos guie nessas orações, todos nós deveríamos ser capazes de dizer “amém” ( 1 Coríntios 14:16 )

Dar é um ato em que juntos reservamos ( 1 Coríntios 16:1-2 ) 

Efésios 5:19  – nosso canto é ensinar e admoestar uns aos outros

E a Ceia do Senhor usa claramente o termo comunhão –  1 Coríntios 10:16  – quando partimos o pão e abençoamos o cálice, é uma comunhão com o corpo e o sangue de Cristo.  

É por isso que Paulo expressa tais preocupações quanto ao seu abuso em 11:18, 20, 23-29, etc. 

Buscamos juntos a pureza da igreja  -

Como cristãos, precisamos ser lembrados de que fazemos parte do corpo de Cristo.

Ele comprou a igreja com Seu próprio sangue –  Atos 20:28

Ele amou a igreja e se entregou por ela para que pudesse santificá-la e purificá-la, e para que pudesse apresentá-la a Si mesmo como uma igreja gloriosa, sem mácula nem ruga, mas antes que ela fosse santa e sem mácula (pura) -  Efésios 5:25-27 .  

Como parte do corpo de Cristo, nossa tarefa é mantê-la pura.   

Isso envolve pureza com ela E dentro de nossas próprias vidas.

A igreja de Corinto foi repreendida por sua tolerância à imoralidade ( 1 Coríntios 5:1-2 ,  6 ) .

Anteriormente, em  1 Coríntios 3:16-17,  Paulo adverte a igreja de que eles são o templo de Deus e não devem contaminá-lo.  

Deus destruiria aquele que o fizesse.

Como indivíduos, nós também precisamos ser puros, pois isso afeta a pureza da igreja!  

  • 1 Coríntios 6:18-20  nos exorta, como indivíduos, a fugir da fornicação (imoralidade sexual).
  • 2 Coríntios 6:14-17  – Paulo adverte contra a comunhão com os incrédulos e as trevas. Devemos sair do meio deles e ser separados.
  • Em  Efésios 5:11 , Paulo advertiu, não tenhamos comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes expô-las. 

Eventualmente envolve a igreja.

Para que a disciplina funcione, a congregação tem de trabalhar em conjunto com a esperança de que o irmão infiel se arrependa e volte.

Precisamos nos afastar daqueles que ensinam o erro e não consentem com palavras salutares ( 1 Timóteo 6:3-5 ).

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5. A Koinonia nos Relacionamentos interpessoais na Igreja: Sirvam Uns aos Outros

1. Levando os Fardos Uns dos Outros (Gálatas 6:2)

Um dos aspectos essenciais do serviço mútuo é ajudar uns aos outros a carregar os fardos da vida. Como cristãos, somos chamados a estar presentes na vida uns dos outros, oferecendo suporte, encorajamento e ajuda prática quando necessário. Quando compartilhamos as cargas uns dos outros, demonstramos o amor de Cristo de forma tangível e mostramos solidariedade e compaixão.

  • Submetam-se um ao outro. (Efésios 5:21)
  • Estimar os outros como melhores. (Filipenses 2:3,4)
  • Viva em paz. (1 Tessalonicenses 5:12,13)
  • Tenham paciência uns com os outros. (Efésios 4:1-3)
  • Perdoar. (Efésios 4:31,32)

2. Sendo Gentil um com o Outro (Efésios 4:31-32)

A gentileza é uma qualidade que deve caracterizar a vida cristã. Quando somos gentis uns com os outros, estamos seguindo o exemplo de Jesus, que nos amou com um amor perfeito. Através de palavras e ações gentis, podemos edificar, encorajar e fortalecer uns aos outros. Ser gentil envolve perdoar, tratar os outros com respeito e buscar a reconciliação quando houver conflitos.

  • Seja da mesma opinião (Romanos 12:16)
  • Recebam uns aos outros (Romanos 15:7)
  • Ter o mesmo cuidado para com todos (1 Coríntios 12:25)
  • Tenha compaixão (1 Pedro 3:8,9)
  • Seja dedicado (Romanos 12:10)

3. Relacionamentos interpessoais Mostrando Hospitalidade (1 Pedro 4:9)

A hospitalidade é uma maneira prática de servir uns aos outros. Abrir nossas casas e nossos corações para receber e cuidar daqueles que nos rodeiam é uma expressão poderosa de amor. Quando somos hospitaleiros, criamos um ambiente de acolhimento e encorajamos a comunhão e o fortalecimento mútuo. Através da hospitalidade, podemos demonstrar que cada pessoa é valiosa e importante para Deus.

4. Confessar os Pecados e Ore Uns pelos Outros (Tiago 5:16)

A comunidade cristã é um lugar de graça e cura. Devemos ser transparentes e dispostos a confessar nossos pecados uns aos outros, sabendo que encontraremos compaixão, apoio e oração. Quando compartilhamos nossas fraquezas e necessidades, podemos receber o cuidado e a intercessão dos irmãos em Cristo. A oração uns pelos outros é uma forma poderosa de servir, pois podemos interceder pelas necessidades e desafios dos outros, buscando a intervenção de Deus em suas vidas.

6. Blindando a Unidade: Superando os Obstáculos à Koinonia

I. O Perigo da Facção e as Marcas do Faccioso

Uma "dissensão" é, em essência, uma "divisão". Ela se opõe à disciplina estabelecida e ao bom andamento do Evangelho. Paulo é categórico em Romanos 16:17: "Rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles".

Como identificar uma pessoa facciosa?

    1. Exaltação da opinião pessoal: O faccioso promove corajosamente suas opiniões acima das Escrituras, gerando conflitos inúteis (2 Timóteo 2:14-16).

    2. Busca por preeminência: Exibe atitudes de domínio, procurando impor ambições egoístas sobre os irmãos, como o exemplo de Diótrefes em 3 João 9-10.

    3. Disputas tolas: Envolve-se em contendas sobre palavras sem proveito, o que contraria o ensinamento de Cristo (Tito 3:9).

Devemos entender que Deus odeia a facciosidade; ela é listada como uma abominação em Provérbios 6:16-19. Quando adoramos líderes ou "heróis" em vez de Deus, revelamos um comportamento carnal, agindo como "meros homens" e não como pessoas guiadas pelo Espírito (1 Coríntios 3:3-4).

II. Causas da Falta de Koinonia: Sementes de Discórdia

Por que a comunhão se quebra? Tiago lança a pergunta: "De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites?" (Tiago 4:1).

    • Falta de Amor e Perdão: O amor é o fundamento da lei. "O ódio excita contendas, mas o amor reverte todas as transgressões" (Provérbios 10:12). A falta de perdão é um veneno; se não perdoamos, o Pai não nos perdoa (Marcos 11:25). Suportar e perdoar uns aos outros é imitar o que o Senhor fez por nós (Colossenses 3:13).

    • Fofoca e Calúnia: A fofoca tenta desacreditar o nome alheio para destruir relacionamentos. Paulo exorta em Tito 3:2 a não difamar a ninguém, mas ser gentil e cortês.

    • Julgamento Injusto: Jesus nos ensinou a medida do julgamento em Mateus 7:1-5. Devemos dar o benefício da dúvida. Falar mal do irmão é julgar a própria Lei de Deus (Tiago 4:11).

    • Ser Intrometido: Em vez de trabalhar para a unidade, alguns vivem monitorando a vida alheia (2 Tessalonicenses 3:11). Precisamos cuidar dos nossos deveres e edificar, não vigiar para criticar.


III. Inveja, Ira e Orgulho: A Podridão dos Ossos

A koinonia também é afetada por sentimentos internos que transbordam em ações destrutivas:

    • Inveja: Fruto da imaturidade e falta de contentamento. A inveja é a "podridão para os ossos" (Provérbios 14:30) e leva a pecados como ódio e calúnia.

    • Raiva Descontrolada: O temperamento explosivo provoca contendas (Provérbios 15:18). Palavras ditas na fúria deixam cicatrizes que duram muito mais que o momento da ira. Devemos falar a verdade em amor (Efésios 4:15).

    • Orgulho: O orgulho nos impede de melhorar porque achamos que já somos os melhores. A Bíblia nos pede humildade, considerando os outros superiores a nós mesmos e atentando para os interesses do próximo (Filipenses 2:3-4).


IV. O Caminho da Restauração: Arrependimento e Encorajamento

Se percebemos que fomos agentes de divisão, o caminho é o arrependimento sincero e a reparação do dano (Atos 17:30; 2 Coríntios 7:11). Devemos filtrar o que sai de nossa boca: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação" (Efésios 4:29).

Por fim, o antídoto prático para a discórdia é o encorajamento. Suas palavras de incentivo podem mudar a vida de alguém para sempre. Imagine a bênção se, em vez de menosprezar, orássemos uns pelos outros!


Sermão sobre Koinonia: Compartilhando Uns com os Outros na Igreja


Leia também
  1. Pregação sobre Edificação: Crescendo em nossa jornada cristã
  2. Pregação sobre Isaías 40:31 Renovando Forças
  3. Pregações Evangélicas: Esboços de Sermões Prontos e Edificantes


Conclusão

Proponhamos em nossos corações dar uns aos outros o nosso melhor serviço. Que a nossa koinonia seja preservada pela humildade, pelo amor paciente (1 Coríntios 13:4-7) e pela busca constante do que está escrito nas Escrituras. Que sejamos promotores da paz, e não da facção.

A comunhão mútua envolve:

Adore a Deus uns com os outros.

Buscamos juntos a pureza da igreja.

Isso pode incluir a execução da disciplina na igreja.

Compartilhamos bens físicos para atender às necessidades uns dos outros.

Nossa comunhão precisa ser uns com os outros, e não com os do mundo. 

 
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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho para que todo aquele que Nele crer não pereça, mas tenha vida eterna João 3:16